Belkis Calsa recebeu a Dra. Marcia Tiburi apresentadora de TV GNT





Belkis Calsa recebeu a Dra. Marcia Tiburi apresentadora de TV GNT

Foi momento mágico ver e participar da recepção que a professora e advogada Belkis Carolina Calsa, promoveu em sua residência em Estrela para receber Márcia Tiburi, apresentadora do programa ‘Saia Justa” do canal de televisão GNT e “Doutora em Filosofia da Universidade Mackenzie de São Paulo”, além de convidados e amigos”.

Márcia Tiburi é graduada em Filosofia e Artes e mestre e doutora em Filosofia. Publicou diversos livros na área, entre eles a antologia “As Mulheres e a Filosofia”; “O Corpo Torturado”; “Uma Outra História da Razão”; “Diálogo sobre o Corpo”; “Filosofia Cinza”; “Metamorfose do Conceito”; “Filosofando em Comum”; Romance “Magnólia”; “A Mulher de Costas”.

Márcia é professora de Comunicação da FAAP, do programa de pós-graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Mackenzie de São Paulo, do curso de formação de escritores da Academia Internacional de Cinema, colunista das revistas Cult e Vida Simples, e participa do programa Saia Justa, do Canal GNT.

Durante o encontro em Estrela, Márcia Tiburi autografou o livro “Filosofando em Comum” os quais foram presenteados por Belkis Calsa a todos convidados.

A relação de amizade entre Belkis com Márcia Tiburi vem de longe, desde os tempos em que a professora estrelense se formou em filosofia e ética.

Entre os convidados estavam Mariza Brösnstrup, primeira dama do município de Estrela; Zaira, diretora da EEE Médio de Estrela; Kátia e Pedro Pereira, casal presidente da Sociedade Rio Branco; Jorge Scherer e Airton Engster dos Santos da Aepan-ONG; Jota do Jornal Informativo do Vale, repórter Joylson Pereira da Rádio Alto Taquari de Estrela; Ismael Diedrisch.

No sábado (11 de julho) Márcia Tiburi foi palestrante no 2° Seminário Internacional de Educação – PANDEIA – Séc. XXI no Centro Comunitário Evangélico em Lajeado-RS.

Texto e fotos: Alex Eurico Santiago.


FRANCISCO RECKZIEGEL “UM ANO SEM ASSIS SAMPAIO”




FRANCISCO RECKZIEGEL

UM ANO SEM ASSIS SAMPAIO”


Natural de Linha Terezinha, Sampaio, Venâncio Aires, nascido em 21 de dezembro de 1929. Profissão: Técnico em Contabilidade. Falecido em 7 de julho de 2008, sepultado em Estrela-RS. Faleceu no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre.


Reckziegel foi o primeiro presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Estrela. Integrou a primeira diretoria do Centro Cultural 25 de Julho.


Seu pseudônimo literário foi adotado em razão do santo padroeiro, São Francisco de Assis, e do nome de sua terra natal, Sampaio.


Entre 1936 e 1939 estudou na Escola Paroquial, em Sampaio. De 1940 a 1945 estudou no Seminário Seráfico, em Taquari. Mais tarde 1955-1957 – Escola Técnica de Comércio, em Estrela.


Realizou trabalhos como a produção de crônicas semanais para Jornal Nova Geração 1972-1989. Também produziu crônicas para o Jornal O Informativo do Vale e Jornal Folha de Estrela.


De 1979 a 1989 realizou comentário dominical na Rádio Alto Taquari de Estrela-RS.


Em 1995 recebeu prêmio “Histórias de Trabalho”, do Núcleo Cultural Usina do Gasômetro, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre na categoria “Lembranças e Vivências”.


Em 1997 publicou o livro NAS BARRANCAS, uma seleção de crônicas do Jornal Nova Geração, com apresentação do jornalista da Rede Globo, Alexandre Garcia.


Em 1999 recebeu Menção Honrosa no Concurso Santa Crua, 150 Anos de Colonização Alemã, na UNISC.


Ainda em 1999 Edição do livro DIVAGAÇÕES e REMINISCÊNCIAS, crônicas do Jornal Nova Geração, com prefácio do escritor Lothar Hessel.


Em 2000 teve trabalho selecionado no Concurso Histórias de Trabalho, da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.


Em 2001, edição do livro RECORTES DO JORNAL, crônicas do Jornal Informativo do Vale, com prefácio do jornalista Osvaldo Carlos Van Leeuwen.


Talvez quem melhor tenha definido a importância da obra de Assis Sampaio foi Alexandre Garcia no prefácio do livro “NAS BARRANCAS” quando escreveu “Mas não é apenas a crônica de uma cidade, que desperta recordações. É também um livro para ser lido nas escolas, não só para estudar o estilo filosófico do cronista, mas também para aprender uma parte da história da cidade. Porque a cidade tem alma, sim. E cronistas como Assis Sampaio, são uma espécie de médiuns, que invocam espíritos das cidades. A alma de Estrela baixou neste livro”.


Os três livros de Assis Sampaio compõem o acervo do Memorial da Aepan-ONG.


Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Fonte de dados: Livros de Assis Sampaio

Ruben Gerhardt - COLONIZAÇÃO DE TEUTÔNIA E CORVO, sobre a colonização alemã na região de Teutônia e Corvo.


Ruben Gerhardt


Ruben Gerhardt nasceu em 18 de julho de 1923, filho de José Arthur Guilherme Gerhardt e de Frida Person, pequenos agricultores da cidade de Estrela, Estado do Rio Grande do Sul.


Muito cedo começou a trabalhar na agricultura; seus pais tinham um tambo de leite e criavam suínos, galinhas e cultivavam verduras.


Em 1930 começou a freqüentar o Colégio Elementar 7 de Setembro, e depois de oito anos completou o curso fundamental.


Em 1938, no mês de junho foi admitido como funcionário da Associação Comercial e Industrial de Estrela-RS (ACIE).


Casou-se em 1945, no dia 03 de fevereiro com Norma Sommer.


Foi vereador de Estrela na 15ª legislatura (1947-1951), pelo Partido de Representação Popular.


Em 1948 deixou o emprego na ACIE e ingressou numa empresa industrial retirando-se da mesma em 1970, para substituir o Secretário Geral da ACIE Senhor Rudolfo Maria Rath, que havia falecido.


Até junho de 1988 exerceu o cargo, atuando na contabilidade e assistência técnica.


Ocupou a presidência da ACIE por diversos períodos.


Destacou-se em Estrela, nos esportes como voleibol, basquete e tênis.


Dedicou tempo considerável para o levantamento de dados para escrever o livro COLONIZAÇÃO DE TEUTÔNIA E CORVO, sobre a colonização alemã na região de Teutônia e Corvo.


O apego à tradição alemã e o fascínio ao trabalho dos antepassados o levaram a escrever o livro.


Em 1992 recebeu, juntamente com sua esposa, a oportunidade de viajar por 30 dias pela Europa. Lá, visitou entre outros países a Alemanha onde se interessou pelo sistema agrícola, oportunidade em que resolveu escrever sobre a colonização alemã.


Retornando ao Brasil, durante 10 anos foi anotando fatos e relatos sobre os imigrantes que se estabeleceram no “hinterland” estrelense. Além das entrevistas com os idosos, descendentes de imigrantes dedicou-se à pesquisa de campo, levantando os dados que são narrados em seu livro.


Dedicou o livro a sua esposa Norma. O prefácio é do historiador Guido Lang.


Sobre o Livro: COLONIZAÇÃO DE TEUTÔNIA E CORVO – Imigração Alemã no Sul do Brasil:


Eternizar acontecimentos e nomes da história dos municípios de Teutônia, Colinas, Imigrante e Westfália, assim como refrescar a memória de várias estirpes familiares destas paragens, eis a obra de inestimável valor que o pesquisador Ruben Gerhardt nos apresenta nos seus escritos.


Um trabalho ímpar, uma pérola em função da preciosidade de dados, fotos e mapas.


Estas fontes retratam facetas da odisséia dos colonizadores, que, em meio às dificuldades e perigos de toda ordem, introduziram a visão, européia de mundo na mata e terras subtropicais do Vale do Taquari.

(Contracapa do livro)

Texto: Airton Engster dos Santos

Fonte: Livro “COLONIZAÇÃO DE TEUTÔNIA E CORVO” que compõe o acervo do Memorial da Aepan-ONG.


Dom Affonso Felippe Gregory - Estrela-RS



Dom Affonso Felippe Gregory


Nasceu na cidade de Estrela, Rio Grande do Sul no dia 06 de fevereiro de 1930. Fez seus primeiros estudos na cidade de Gravataí-RS até o ano de 1949.


O Bispo Emérito de Imperatriz tinha 78 anos de idade quando faleceu em 06 de agosto de 2008. Sofria de leucemina (câncer no sangue). A doença já o incomodava há anos, mas estado dele se agravou durante um passeio que Dom Affonso fazia em Estrela.


Como era desejo dele, Dom Affonso foi sepultado na Catedral de Fátima, em Imperatriz. Antes de ir para o Maranhão, o corpo foi transladado de Porto Alegre para Estrela-RS. Foi velado na igreja onde Dom Affonso foi batizado, fez a primeira eucaristia e se crismou.


Estudou Filosofia na cidade de São Leopoldo-RS. De 1950 a 1952, cursou Teologia na Universidade Gregoriana de Roma – Itália, onde recebeu diploma de licenciatura em Teologia no ano de 1956.


Estudou na Universidade de Lovaina - Bélgica, onde em 1960 recebeu Licenciatura em Ciências Sociais.


Escreveu o livro: COMBATI O BOM COMBATE... O COMBATE CONTINUA, MUDA PORÉM A FORMA. Documento sobre sua vida e trajetória que se encontra no Memorial da Aepan-ONG, doado por Belkis Carolina Calsa.


Cargos Ocupados Dom Affonso Felippe Gregory:

  • Professor de Sociologia na Faculdade de Filosofia de Viamão-RS.

  • Pároco em Porto Alegre-RS.

  • Sub-Secretário Regional Sul III.

  • Diretor do Ceris.

  • Membro da Equipe de Reflexão Telógico-Pastoral do CELAM.

  • Membro da Comissão de Desenvolvimento e População da OEA.

  • Membro toda Conferência Internacional de Sociologia Religiosa.

  • Membro da Associação Latino-Americana de Sociologia.

  • Secretário da Federação de Institutos e Pesquisas Sociais e Sócio-Religiosas.

  • Membro da Associação Internacional de Sociologia.

  • Membro da Equipe de Coordenação Geral da CNBB.

  • Consultor da COR UNUM de Roma.

  • Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro.

  • Presidente do Regional Leste I.

  • Membro da Mantenedora da PUC.

  • Presidente do CERIS.

  • Presidente da Cáritas do Brasil.

  • Membro do Conselho Episcopal da Pastoral da CNBB.

  • Membro do Departamento de Ação Social da CELAM.

  • Bispo de Imperatriz Maranhão.

  • Presidente da Caritas Internacional por duas Vezes.


Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Fonte: Livro de Dom Affonso Felippe Gregory que compõe o acervo do Memorial da Aerpan-ONG.


Sérgio Werle - Artista Plástico de Estrela-RS





Sérgio Werle

Artista Plástico


Começou suas atividades artísticas aos oito anos de idade. Expôs seus primeiros trabalhos no antigo Ginásio Cristo Rei.


Participou de diversas exposições individuais e coletivas em Estrela e outros municípios.


É restaurador de arte sacra, com obras em diversos templos religiosos do Estado, possuindo painéis artísticos no Parque São Francisco de Assis, localizado em São José Inhacorá, no município de Três de Maio-RS.


Foi destaque no curso de Desenho Publicitário de Lajeado-RS, Destaque de Honra ao Mérito concedido pelo Jornal Nova Geração e destaque como artista plástico 1991, pela colunista Eunice Güntzel Ramos.


Foi condecorado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos por participar do Concurso Internacional de Arte Filatélica, sendo que recebeu o certificado de participação Olho de Boi.


Sérgio Werle também desenvolve trabalhos de decoração para festejos, bailes e outros eventos, com destaque para o Grupo Folclórico Alemão de Estrela.


Participou como figurino de fantasias para carnaval de diversas escolas de samba.


Ministrou cursos de artes plásticas.


Também possuí painéis lindíssimos na sede social e campestre da Sociedade Rio Branco de Estrela.


Airton Engster dos Santos

Fonte: Livro - Estrela 1876-1992 do acervo do Memorial da Aepan-ONG



Estrela-RS - Caminhada contra as drogas




Caminhada reuniu centenas de pessoas na luta contra as drogas

O grito de “Não as Drogas” ecoou pelas ruas de Estrela em forma de protesto na tarde desta sexta-feira (26/06), reunindo mais de 300 pessoas, na caminha: “Vida. Dê a preferência!”, uma parceria da Prefeitura de Estrela, através das Secretarias de Saúde de Assistência Social; Educação, Cultura e Turismo, com apoio da Brigada Militar e promoção do Comitê Municipal de Políticas sobre Drogas.

Vestidas de camisetas brancas, segurando nas mãos balões pretos que simbolizavam as vidas destruídas pelas drogas, alunos de diversas escolas públicas do município iniciaram a caminhada em frente à Brigada Militar, alguns segurando cartazes em repúdio ao uso dos entorpecentes.
A presidente do Comitê Municipal de Políticas sobre Drogas, Thaís Cristina Saraiva Bender, enfatizou que a caminhada é uma das formas de conscientizar e alertar a população que a droga é um problema social.
“Devemos alertar a todos que a vida é mais importante e dar preferência a ela, é a escolha certa”, lembrou.

A caminhada foi encerrada no Parque Princesa do Vale, com o estouro dos balões, simbolizando a opção pela vida.
Fotos: Josué Garcia

Prefeito Celso Brönstrup: “Queremos craques no futebol e estamos em campanha contra o crack com “ck”






Prefeito Celso Brönstrup: “Queremos craques no futebol e estamos em campanha contra o crack com “ck”

O prefeito Celso Brönstrup participou da entrega da premiação aos melhores da edição 2009 do Campeonato Amador de Futebol de Estrela, categorias “Livre” e “Sub18”. A solenidade aconteceu na tarde de domingo (21/06), no campo do Delfinense, no Distrito de Delfina.


Brönstrup destacou a importância do esporte como forma de oferecer uma ocupação sadia aos jovens. “O objetivo dessa competição foi justamente valorizar a gente de Estrela. Queremos craques no futebol e estamos em campanha contra o crack com “ck”, enfatizou o prefeito.


Também participaram da premiação o secretário municipal de Esportes e Lazer (Smel), Nardir Rosemundo Steffens “Gardel”; o secretário municipal de Agricultura, Paulo Floriano Scheeren “Paulão”; presidente da Liga Estrelense de Futebol Amador (Lefa), Vanderlei Gregory “Nico”; dirigentes, comissão técnica, atletas e torcedores das quatro equipes que movimentaram a competição. Todos enalteceram o sucesso do certame.
A edição 2009 do Campeonato de Futebol Amador de Estrela contou com a participação de 193 atletas.


Além disso, registrou 36 partidas, com 152 cartões amarelos e 20 vermelhos. Foram marcados 150 gols. Destes, 70 gols foram marcados pelo Delfinense – 30 na categoria Livre e 40 na Sub18. Nas duas categorias o Delfinense também teve as defesas menos vazadas.


O certame foi promovido, organizado e dirigido pela Liga Estrelense de Futebol Amador (Lefa) e pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel). O pagamento da arbitragem foi custeado pela Prefeitura e participaram somente atletas de Estrela, nas categorias “Livre” e “Sub18”.

Classificação Final Categoria Livre:
Campeão: SE Alto da Bronze
Vice: SEC Delfinense
3º: EC Novo Paraíso
4º: EC Juventude
Disciplina: EC Juventude
Goleador: Émerson da Silva ( SEC Delfinense)
Goleiro menos vazado: Artur de Brito (SEC Delfinense), com média de 0,9 gols.

Classificação Final Categoria Sub 18:
Campeão: SEC Delfinense
Vice: SE Alto da Bronze
3º: EC Juventude
4º: EC Novo Paraíso
Disciplina: SE Alto da Bronze
Goleador: Junior Jader Fell (SEC Delfinense)
Goleiro menos Vazado: Lucas Zanella (SEC Delfinense) com media de 0,9 gols.


Biblioteca Pública de Estrela-RS


Livros de autoajuda são os preferidos dos leitores da Biblioteca Pública de Estrela

Os livros de autoajuda são os preferidos de pelo menos 90% dos leitores da Biblioteca Pública Municipal de Estrela.


A informação é da servidora Maria da Graça Hansen, que há 28 anos trabalha no local.


Ela acrescenta que as obras da autora Zíbia Gasparetto, que escreve romance espírita, são as mais lidas. “Espinhos do Tempo” e “Quando a Vida Escolhe” são livros que praticamente não permanecem na biblioteca.


O acervo atual reúne 21.820 obras e a Biblioteca possui 6.610 leitores cadastrados.

O público é variado, desde crianças até idosos.

A freqüência média diária é de 70 leitores.


O horário de atendimento é das 8 horas às 17 horas, sem fechar ao meio-dia.


Para se cadastrar são necessários documento de Identidade, CPF, comprovante de residência e não há cobrança de taxa.


Cada leitor pode retirar até 3 livros, pelo período de 14 dias.


Além de livros, revistas e jornais, a Biblioteca de Estrela disponibiliza a “Hora do Conto” e dois computadores para acesso gratuito à Internet.


O prédio localiza-se na rua 13 de Maio, nº 360, no Centro.
Três servidoras trabalham na Biblioteca.


Lisete Koch Mallmann atua na restauração dos livros danificados pelo intenso manuseio dos leitores.


Já Maria da Graça Hansen e Élia Eichelberger atendem e orientam aos milhares de leitores.


A jovem estudante Daiana Leonhardt, 18 anos de idade e residente em Estrela, é leitora há cinco anos.


“Gosto de frequentar a Biblioteca. Leio de tudo um pouco”, explicou.

STR - Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Estrela



IV Dia da Saúde do STR - Junho 2009

Foi um grande sucesso a quarta edição do Dia da Saúde, promoção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Estrela, junto com a Comissão de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Estrela.
O evento teve lugar no Centro Comunitário de São Jacó, e mais de mil pessoas se fizeram presentes.


A abertura foi às 9h com pronunciamento do presidente do STR Lécio Gregory e demais autoridades que constituíram a mesa.
Entre os presentes, a vice-prefeita Dra. Irene da Silveira, secretários municipais, deputado Heitor Schuch (PSB), presidente da CEASA Elmar Schneider, vereadores, Emater, Ascar, SESC, SENAR, entre outras entidades.


Após a abertura, aconteceu a palestra motivacional proferida pelo professor Leonildo José Mariani, seguindo-se os Grupos de Danças Folclóricas Alemãs de Estrela.


Durante o dia diversas atividades foram efetivadas, proporcionadas pelo Senar, CEASA, Instituto da Mama, Sesc, Secretaria Municipal da Saúde, Hospital Estrela, Liga Feminina de Combate ao Câncer, Emater, Anjos da Saúde e foram oferecidos gratuitamente serviços como exames pré-cancer, medicina alternativa, teste de visão, podologia, oficina de plantas bioativas, massagens, cortes de cabelo e a grande atração da tarde foi um baile animado pelo grupo Contagem Regressiva.

Fonte: Luiz Carlos Freitag



Estrela-RS - Bairro Imigrantes





Bairro Imigrantes em Estrela-RS


Bairro em Estrela situado entre a BR-386, Arroio Estrela e a Rua Coronel Brito. O nome do bairro é para homenagear os imigrantes e migrantes, que vieram se estabelecer em Estrela-RS.


A urbanização iniciou na década de 1950.


A partir de 1978, FOI construído e instalado o Núcleo Habitacional da Cohab II, quando novos moradores vieram se fixar na Chácara da Prefeitura e nos novos loteamentos que foram criados a partir de então.


Novas indústrias se instalaram junto à BR-386 que proporcionou novos empregos. São ruas do bairro: Tomás Pereira Neto, Olinda Mallmann, João José Schonarth e a Deodoro da Fonseca foi alterada para rua Alfredo Mathias Arenhardt e aberta a Rua Gabriel Aloísio Mallmann em homenagem ao ex-prefeito que administrou Estrela nos anos 70 e 80. Também neste local foi instalado o primeiro Pró Morar de Estrela-RS.


Na rua São Francisco de Assis foi construída a Escola Municipal Odilo Afonso Thomé, que nos anos 90 foi transferida para nova área. Na Rua Coronel Brito está situada a Escola Estadual Madre Branca.


No bairro também funcionam a Escola Municipal de Educação Infantil Arco-Íris e a Pousada da Criança Estrelense.


Existe ainda a Comunidade São José Operário, com um pavilhão construído em alvenaria, o Centro Social da Cohab II, o Centro Comunitário São Jorge e o Centro de Lazer Junto à Chácara da Prefeitura.


A Sede Campestre da Sociedade Rio Branco, também está situada no bairro, na Rua Artur Francisco Preussler.


A Associação de Moradores da Cohab II, a Associação de Moradores do Bairro Imigrantes, são as entidades representativas do bairro.


Pelo Censo 2007, o bairro possuí 847 domícílios, com 2.625 habitantes.


Texto: Airton Engster dos Santos

Imagens: Jorge Scherer e Airton Engster dos Santos



Estrela-RS - Entre as comunidades de Delfina e Arroio do Ouro




Interior de Estrela-RS

Entre Arroio do Ouro e Delfina


No interior de Estrela-RS, entre as comunidades de Arroio do Ouro e Delfina podemos constatar grande riqueza e diversidade ecológica. Área que situa-se entre o perímetro urbano da cidade, o Rio Taquari e o município de Bom Retiro do Sul.


Segundo levantamento do Censo de 2007 realizado pelo IBGE a área abriga 427 domicílios com uma população de 1.368 habitantes.


Nas propriedades rurais, em terras férteis constata-se a produção de leite, suínos, aves, peixe, floresta plantada, cana de açúcar, milho, soja, pastagens entre outros.


Nas comunidades de Arroio do Ouro e Delfina vemos também as igrejas que demonstram a religiosidade da população. Próximos às igrejas estão os prédios das escolas e salão das comunidades, bem ao costume dos imigrantes alemãs que aqui chegaram a partir de 1856.


Também existem os clubes de futebol amador Arroio do Ouro, Aimoré e Delfinense, atual campeão de Estrela-RS.


As sociedades de água de ambas comunidades garantem água potável que é distribuída aos moradores.


As terras das propriedades de Arroio do Ouro que margeiam o Rio Taquari estão com processo erosivo em suas barrancas, o que causa grande apreensão para os moradores que acreditam que o principal responsável pela situação é a barragem de Bom Retiro do Sul.


Na RS 129, antiga estrada para Bom Retiro do Sul já foi alvo de uma série de manifestações para sua manutenção, inclusive com a criação de um boneco que foi batizado de João Buracão, que de quando em vez aparece nas paradas de ônibus como forma de chamar a atenção das autoridades.


Com relação às estradas municipais estão relativamente conservadas, sendo que a prefeitura municipal de Estrela está asfaltando a via de acesso para comunidade de Delfina.

Mas o que mais chama a atenção é a beleza do verde seja das plantações, florestas e matas que margeiam as estradas e lagoas encantadoras com água mesmo em períodos de estiagem.


Um passeio pelo interior de Estrela realmente nos renova o espírito quando percebemos a beleza da natureza e pessoas que labutam sem parar apesar de seus problemas do cotidiano e muitas vezes com a omissão de algumas autoridades como no caso da RS 129.


Texto: Airton Engster dos Santos

Imagens: Airton Engster dos Santos e Jorge Scherer

Frota de Veículos cresceu 7,66% em Estrela no ano de 2008




Estrela recebeu mais de mil veículos em 2008

O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística acaba de divulgar a frota de veículos dos municípios brasileiros referente ao ano de 2008.

Em Estrela o crescimento foi de 1.074 veículos, ou seja, 7,66% em relação a 2007.

As categorias que mais evoluíram foram automóveis seguidos de motocicletas e caminhonetas. Tiveram crescimento importante ainda motonetas, caminhão-trator e caminhão. Já a categoria ônibus diminuiu. Micro-ônibus e trator estabilizaram.

Estrela apresenta uma taxa de 1(um) veículo para cada 1,92 habitante. Ou ainda cada domicílio possuí em média 1,58 veículo.

São 15.087 veículos circulando nas ruas já apertadas de Estrela. A malha viária de Estrela foi projetada para outro tempo, para veículos menores em menor número e não com tamanha potência.

A situação do trânsito em Estrela é um verdadeiro desafio para as autoridades no que se refere ao fluxo e também disciplina. Algumas alterações na orientação do trânsito no centro da cidade já surtiram efeitos positivos.

E por falar em disciplina no trânsito recentemente a Aepan-ONG realizou uma pesquisa com pedestres de Estrela que se mostraram preocupados (66%) especialmente pela falta de respeito dos motoristas com a faixa de segurança.

Texto: Airton Engster dos Santos
Fotos, Tabela e gráfico: Aepan-ONG

Fonte: IBGE – Denataran – Ministério da Justiça.

Missa de Santo Antônio em Estrela-RS



Missa de Santo Antônio reúne mais de 600 pessoas - Junho/2009
Mais de 600 pessoas participantes dos 25 grupos de idosos do Grupo de Apoio e Convivência do Idoso Estrelense (Gracie), vinculados a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social, participaram na tarde da última terça-feira (09/06), da tradicional Missa de Santo Antônio, realizada no Santuário Santo Antônio, em Estrela. Durante a missa, devotos pediram a benção do padroeiro e agradeceram ao Santo Casamenteiro como é conhecido popularmente.
Fonte: Prefeitura Municipal de Estrela-RS

Sindicato dos Trabalhadore Rurais de Estrela-RS


Texto: Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Estrela

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Estrela nasceu da união e trabalho dos produtores rurais do município em 06 de maio de 1963. Na ocasião foi eleita a primeira diretoria tendo Frontino Caye como primeiro presidente, Waldemar Hilgemann como secretário e Virgílio Sulzbach como tesoureiro. Em 17 de agosto do mesmo ano a entidade obtinha a Carta Sindical. A Sede localiza-se na Rua Venâncio Aires, nº. 155 – bairro Centro.

Sindicato dos Calçadistas de Estrela-RS


Sindicato dos Calçadistas de Estrela

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Calçados de Estrela foi fundado em 11 de abril de 1989. Seu primeiro presidente foi Clério Diehl. Entre outras atividades proporciona aos associados, cursos de formação, assistência Jurídica trabalhista e processos coletivos. O Sindicato possuí uma história muito rica de dedicação por parte de seus dirigentes e associados para construção da sede própria que funciona na Rua Coronel Mussnich, bairro Alto da Bronze, defronte a Escola de Ensino Médio Estrela.


Vovolândia São Pedro de Estrela-RS


Vovolândia São Pedro


Asilo para idosos em Estrela. Fundada em novembro 1993 e registrada no Cartório, em outubro 1994.


O objetivo é promover o bem-estar, a proteção assistencial em geral aos idosos, sem distinção de condições sociais, nacionalidade ou credo religioso.


A Fundação Vovolândia São Pedro é a mantenedora.


Em 1992, Dom Dadeu Canellas esteve em Estrela para assinar a venda de área desapropriada pelo município, na Rua Júlio de Castilhos, no Bairro Cristo Rei, para a construção do prédio da Vovolândia São Pedro.


O prefeito Leonildo José Mariani pagou Cr$ 91 milhões. O prédio foi construído pela comunidade. Localiza-se na Rua Júlio de Castilhos.


Conforme Assis Sampaio, trata-se de uma idéia visionária de Huberto Vier.

Texto: Airton Engster dos Santos

Imagem: Aepan-ONG


ACIE - Associação Comercial e Industrial de Estrela-RS

ACIE – História


O crescimento do comércio e das indústrias exigiu a criação de uma associação que representasse os empresários locais.Uma entidade que serviria para lutar pelos interesses não só de uma classe mas da comunidade. O primeiro escritório funcionava na Rua Fernando Abott, hoje a casa do Sr. Bruno Bess, no calçadão de Estrela.


A primeira reunião aconteceu no dia 26 de dezembro de 1938 na sede do Clube Ginástico Estrela com cerca de 30 empresários presentes.


As dificuldades da época não impediram o desenvolvimento da associação. Com a proibição da língua alemã, a ACIE atuava como um elo entre os comerciantes e autoridades. Apesar da distância e difícil acesso, a ACIE atingia o comércio nos mais remotos vilarejos através de seu representante, Sr. Adolfo Faler, que durante muitos anos viajou pelo interior vendendo e propagando os ideais da entidade.


No primeiro ano de atuação da Acie, 1939, na presidência de Orestes Lúcio Bergamaschi, o Interventor Federal visitou a cidade. Nesta época, a entidade atuava com um escritório técnico que prestava serviços de atendimento e informações de interesse da categoria, como impostos, serviços do DAER e preenchimento de formulários.


Nestes 65 anos de existência, passaram pela ACIE, 24 presidentes e um número incontável de empresários que fizeram parte da diretoria e, através dela, estiveram em batalha constante por melhorias que afetam diretamente a vida das empresas.


Muitas bandeiras foram levantadas pela Acie em sua história. A entidade participou ativamente em reivindicações para a comunidade como posto de saúde, comércio de produtos agrícolas, melhoria das estradas, energia elétrica para o município, aquisição de veículos e novos equipamentos para o corpo de bombeiros, gerador para o hospital, telefonia celular, habitação popular, unidade do SESI, iluminação do pórtico e calçadão de Estrela, entre outras.


Grandes lutas de âmbito regional e estadual também fizeram parte das atividades da ACIE que contribuíram de forma decisiva para o crescimento econômico e social do Vale do Taquari. As principais foram a construção da ponte sobre o rio Taquari, melhorias no transporte ferroviário, melhor aproveitamento do porto de Estrela, duplicação da BR 386, construção e finalização da Rota do Sol, conclusão do asfalto Trans Santa Rita e participação no Movimento Pró-reforma tributária.


Fonte - Site da Acie



Sociedade Rio Branco de Estrela-RS


Sociedade Rio Branco de Estrela

Fundada em 17 de abril de 1947, com o nome Sport Clube Rio Branco, e registrada no Cartório de Estrela, em 22 de abril de 1950, tinha como primeiro presidente Max Henrique Erichsen.


A fundação realizou-se na antiga Casa Comercial de Leopoldo Beckmann, na avenida Rio Branco, 1149, que servia de sede para as reuniões. O objetivo era proporcionar a difusão do civismo e da cultura física, principalmente o futebol amador.

O campo de futebol era alugado do proprietário Albino Leonhart, e ficava onde atualmente funciona uma fábrica de calçados. Todo o serviço de organização do clube era feito pelos sócios aos sábados e domingos.

Em 7 de setembro de 1947 o Esporte Clube Rio Branco conquistou a Taça Prefeito Municipal de Estrela e em 20 de fevereiro de 1951 conquistou a Taça Tanac. Em 1949 foi eleita a 1ª Rainha do Clube Srta. Asta Krombauer.


Sede Social

Em 1950 os membros da diretoria resolveram construir um Salão Social para bailes, que foi inaugurado no mesmo ano onde ficou sediado o Clube. Na década de 50 passou o Clube a denominar-se Sociedade Rio Branco.

Em 1º de junho de 1965, foi registrada a reforma do Estatuto Social, sendo presidente Arno Eckel. Sem fins lucrativos, a Sociedade Rio Branco é filantrópica e de utilidade pública. Promove reuniões de caráter social e cultural, tendo a finalidade de assistir seus associados. A sede social está localizada na Avenida Rio Branco, n.º 816.

Atualmente conta com uma área de 2.525 metros quadrados, com dois salões de festas. O já tradicional Baile de Kerb é realizado anualmente com grande sucesso, entre outros eventos.

Texto: Airton Engster dos Santos

Imagem: Aepan-ONG



INSS de Estrela-RS


Instituto Nacional de Seguro Social - INSS -

A área de 1.875m² para a construção do prédio, na Avenida Rio Branco n.º 553, Estrela-RS, foi doada pelo prefeito Bertoldo Gausmann, em sua segunda gestão.


Escola Estadual de Educação Profissional de Estrela-RS

Escola Estadual de Educação Profissional de Estrela

Foi criado em 1973 com o nome de CACT – Centro de Artes Ciências e Tecnologia passando a denominar-se CIE – Centro Interescolar Estadual em 1976.

Oferecia cursos de Técnicas Domésticas, Técnicas Agrícolas, Educação Artística, Técnicas Indústrias e Comerciais, Laboratório de Ciências.

Através do Parecer 175/2002 o Conselho Estadual de Educação aprovou a transformação do Centro Interescolar de Estrela em Escola Estadual de Educação Profissional, uma escola técnica inserida em Estrela, mas atendendo a toda a região do Vale do Taquari. O primeiro curso oferecido foi de Técnico em Informática em Rede de Computadores.

No prédio funcionava o antigo Ginásio Industrial de Estrela até 1973.

Localiza-se na Rua Coronel Mussnich, 270, Bairro Centro em Estrela-RS.

Texto: Airton Engster dos Santos

Imagem: Aepan-ONG

Escola Estadual de Ensino Fundamental 20 de Maio - Estrela-RS


Escola Estadual de Ensino Fundamental 20 de Maio


Escola da rede estadual de Ensino Fundamental em Estrela-RS. Iniciou em 1 de março de 1961, como Grupo Escolar de Subúrbios, no Bairro Oriental, nas dependências do Colégio Martin Luther.


A criação oficial se deu pelo Decreto nº 13.961, de 11 de agosto de 1962.


Iniciada a construção do prédio em 7 de dezembro de 1965, em área doada pelo Município, através da Lei nº 807, de 29 de abril de 1966, foi solenemente inaugurado em 20 de maio de 1966, fazendo parte dos festejos dos 90 anos de emancipação política administrativa de Estrela. Depois, a escola foi transferida para o novo prédio em 13 de agosto de 1966, recebendo a nova e atual denominação pelo Decreto nº 18.086, de 29 de setembro 1966.


Informações prestadas por Carmem Lory Calsa que foi diretora da escola nos anos de 1960.


Escola Municipal Pedro Jorge Schmidt - Delfina Estrela-RS


Escola Municipal de Ensino Fundamental Pedro Jorge Schmidt


Educandário municipal de ensino fundamental localizada no distrito de Delfina, em Estrela-RS. Iniciou como Escola Particular Linha Delfina, mantida pela Sociedade Escolar Linha Delfina, fundada em 1° março de 1898, registrada apenas em 21 de novembro de 1973, quando era presidente Reinaldo Silvestre Mallmann.


Pórtico de Estrela-RS

Pórtico – Bem vindo a Estrela

O Clube dos Diretores Lojistas de Estrela lançou em 1990 um concurso para projeto de construção do Pórtico de entrada do município. Na oportunidade participaram engenheiros e arquitetos cuja vencedora foi Jaqueline Mallmann. A obra de construção iniciou em 1991 com apoio da Prefeitura municipal.

Depois de pesquisar detidamente a história de Estrela e dos primeiros moradores a arquiteta desenvolveu um projeto que definiu o Pórtico como um marco que abre seus braços para receber aqueles que visitam a cidade.

Um dos portais abre o poente, para o Rio Taquari, via fluvial por onde chegaram os imigrantes a partir de 1856, e outro, vira-se para leste, a Estrada da Produção, BR-386, hoje Rodovia Leonel de Moura Brizola, acesso ao município a partir da década de 1960. Até mesmo a rodoviária foi deslocada para próximo da BR em 1975, mesmo ano em que iniciaram as obras do trevo.

O espaço do largo do Pórtico é utilizado para atividades diversas de entidades sociais de Estrela. O Festival do Chucrute é um exemplo de atividade cultural que, em muitos anos foi promovido no local. Em dezembro o Pórtico é enfeitado com lindas luzes coloridas para receber os visitantes nas festas natalinas.

Junto ao Pórtico foi implantada uma rótula que ajuda a disciplinar o intenso tráfego da Avenida Rio Branco na entrada para o bairro das Indústrias.

Nos canteiros são plantadas flores que juntamente com azaléias, ipês e verde do trevo formam um lindo cartão postal da cidade.

Também constam no local os monumentos do Lions Clube, Rotary Club e o brasão de Estrela.


Airton Engster dos Santos

Fonte: Clipagem Aepan-ONG


Granóleo SA - Estrela-RS




Granóleo S/A

Empresa que contribuiu decisivamente para o crescimento do município de Estrela localizada na Rua Augusto Frederico Markus, S/N, Bairro das Indústrias em Estrela-RS.

Desde 1978 quando iniciou a produção de farelo e óleo de soja ocupou sempre as primeiras colocações em arrecadação de tributos no município.

Além de impostos a empresa representava geração de postos de trabalho para centenas de pais de família.

Grande parte da matéria prima (Soja) produzida nas lavouras do interior do município de Estrela e Vale do Taquari era comercializado a bons preços na Granóleo, garantindo renda para nossos agricultores.

A Granóleo ocupa um espaço físico de sete hectares na área do Porto de Estrela. São construções áreas verdes com jardins e ruas internas.

A atividade da empresa constituía-se no recebimento e beneficiamento da soja com produção destinada basicamente para exportação.

A unidade processadora de Estrela possuí uma capacidade instalada de 1.400 Toneladas por dia de soja. Os silos de armazenamento possuem uma capacidade para estocagem de 120 mil toneladas de Soja.

A Granóleo utilizava carvão mineral para o processo de geração de energia destinado ao processo agroindustrial da soja.

Texto: Airton Engster dos Santos


Farol SA - Estrela-RS




Farol S/A

Empresa implantada em Estrela-RS, entre 1976 e 1977, com início de produção em 1978. Agroindústria processadora de leguminosa, com produção de óleo, farelo, farinha e lecitina de soja.

Durante o período de construção, centenas de trabalhadores de todas as áreas do ramo de construção civil e metalurgia provinham de diversos lugares do Rio Grande do Sul e outros estados para construção da mega-fábrica.

O complexo industrial da Farol S/A é composto por silo de alvenaria, silos metálicos, secadores, tombadores para descarga, preparação, extração, laboratório, caldeiras, estação de tratamento de água, fábrica de rações para animais, almoxarifado, moegas, oficina, refeitório, escritório, balança, tanques de óleo, subestações entre ruas e jardins.

A empresa produziu produtos de leguminosas que em sua maioria foram exportados para diversos países. A empresa chegou a ser a 3ª em exportação do Rio Grande do Sul.

Entre 1978 e 1990, figurou sempre entre as primeiras em arrecadação de impostos no município de Estrela-RS. Também geradora de centenas de postos de trabalho.

Possuía 20 filiais espalhadas pelo interior do Rio Grande do Sul, onde fazia a recepção de soja para ser processada na fábrica localizada em Estrela-RS.

Encerrou suas atividades em 1990 causando um sério problema social no município de Estrela-RS e no RS.

Os silos eventualmente são utilizados para estocagem de grãos.

Texto: Airton Engster dos Santos

Imagem Aepan-ONG


OAB subseção de Estrela lança pedra fundamental


OAB subseção de Estrela lança pedra fundamental

Na tarde de terça-feira (02/06/2009), a Ordem dos Advogados do Brasil subseção de Estrela lançou a pedra fundamental do início das obras de sua sede no município de Estrela, na presença de associados e autoridades.
A cerimônia foi realizada no terreno localizado na rua Bruno Schwertner, (antiga garagem da Prefeitura) local que foi doado pela Prefeitura de Estrela em 2008.

O terreno tem 360 metros quadrados e fica em frente ao foro local e próximo a Câmara de Vereadores.

Na oportunidade o presidente da OAB subseção de Estrela, Daniel Horn, enfatizou a importância da obra não só para os advogados, mas especialmente para a comunidade, que deverá ganhar uma casa onde se exerce a cidadania.

“O lançamento da pedra fundamental é a concretização de um sonho, graças à parceria entre a Prefeitura de Estrela, que proporcionou a doação da área para essa importante obra para a comunidade”.

O prefeito de Estrela, Celso Brönstrup, acompanhado da vice-prefeita, Irene T. H. V. da Silveira, ressaltou que a obra da OAB subseção de Estrela é uma conquista da comunidade, uma entidade que se faz necessária para garantir a defesa da cidadania e dos direitos da advocacia. “Será um orgulho para Estrela ter uma sede própria da entidade que dará melhores condições de trabalho para os advogados, é um reconhecimento merecido para os estrelenses”, mencionou.

Também participaram toda a diretoria da OAB Estrela: o presidente, Daniel Horn; o vice, André Roberto Mallmann; o secretário-geral, Pedro Roberto Muller; a secretária-geral adjunta, Mara Ahlert; a tesoureira, Vanice Reichert; e os conselheiros subseccionais Erny Lindolfo Iser, Gentil Bartolomeu Cruz Krahl, Nestor Leonhardt, Maria Elisa Martins e Vera Lucia De Souza Fontana.

Fonte: Josué Garcia - Prefeitura Municipal de Estrela

Centro Clínico de Estrela-RS

Centro Clínico de Estrela-RS

Em 31 de novembro de 2001 foi inaugurado o Centro Clínico de Estrela, em prédio moderno e funcional, vizinho ao Hospital Estrela.

Oferece 33 gabinetes médicos, odontológicos, fisioterapia, laboratório, ótica, Unimed e farmácia.

São sete pavimentos e dois subsolos que oferecem estacionamento. Grande parte dos atuais serviços prestados no Hospital e terceirizados por médicos foi transferida pelos especialistas para o Centro Clínico.

Além dos consultórios, os médicos tem salas com equipamentos onde realizam pequenos procedimentos cirúrgicos com um corredor de comunicação direto com o bloco cirúrgico do Hospital Estrela.

Câmara de Estrela homenageia artista plástica Berenice Anschau


Câmara de Estrela homenageia artista plástica Berenice Anschau:

O saguão da Câmara de Vereadores de Estrela recebeu uma exposição de obras de arte nesta segunda-feira (25). O motivo foi a sessão solene, que aconteceu após a reunião ordinária do Legislativo. A solenidade homenageou a artista plástica Berenice Anschau com o título de Honra ao Mérito.
A sugestão do nome de Berenice foi de Joel Mallmann (PSB), e teve aprovação unânime da Comissão Especial, formada por um representante de cada partido com assento na Câmara.
Conforme Mallmann, é um orgulho poder conceder tal condecoração a uma artista tão talentosa. "Os quadros já estiveram em exposições em Madri e Barcelona, na Espanha; Lisboa, Portugal e na Inglaterra. É muito justo que ela seja reconhecida em sua terra natal", explica.
O vereador Aloísio Mallmann (PPS), representando o executivo, ressaltou o apoio da família. "Uma artista que se expressa com tal sentimento, só pode ter essa base feita com muito amor vindo de seus familiares", ressalta.
As palavras escolhidas por Berenice, em seu discurso, justificaram o título. Citando seu pai, Arcelo José Diehl, "Por esta porta passarás só uma vez. Cuide para que faças o melhor possível o que tens a fazer, porque este caminho não tornarás a passar", a artista acrescenta "A consciencia da responsabilidade de toda atitude a ser tomada me acompanhou, motivou reflexão e posicionamento diante da vida, como premissa de valor".
Ao final do discurso, o proponente do título, em nome do Poder Legislativo, recebeu uma tela, pintada especialmente para a ocasião, onde fundem-se a bandeira de Estrela e do Rio Grande do Sul.

Fonte: Câmara Municipal de Vereadores de Estrela-RS

Jornal Nova Geração


Jornal Nova Geração

O Jornal Nova Geração foi fundado em 13 de janeiro de 1966. A sede do semanário localiza-se na Rua Coronel Mussnich, 717 em Estrela-RS.

Os fundadores foram: João Batista de Queiroz, Adonis Valdir Fauth, Astor Francisco Hauschild, Rosemarie Neururer e Euds Pereira Furtado.

Oswaldo Carlos Van Leeuwen adquiriu o Jornal, em 16 de abril 1977 e é integrado hoje a Rede Vale de Comunicações.

O Jornal Nova Geração, foi o primeiro veículo de comunicação a noticiar que o General Ernesto Geisel seria o Presidente da República a partir de 1974. A notícia divulgada no semanário de Estrela-RS teve repercussão na mídia nacional.

O Jornal Nova Geração é homenageado com o nome de uma rua no Bairro Pinheiros em Estrela-RS.


3ª Coordenadoria Regional de Educação – Estrela-RS

3ª Coordenadoria Regional de Educação – Estrela-RS

A 3ª Coordenadoria de Educação de Estrela foi criada com o nome de 3ª Delegacia Regional de Ensino (DRE), pelo Decreto nº 7.641, de 28 de dezembro de 1938. Por meio desse decreto também foram criados outras Delegacias Regionais e os cargos de Delegados Regionais de Ensino.

O Estado foi dividido em regiões escolares, abrangendo cada região limitado número de municípios, considerando a dificuldade dos meios de comunicação, transporte e as condições regionais, étnicas, econômicas e físicas.

A 3ª Região Escolar teve como sede inicial o município de Taquari-RS, cuja instalação se deu em janeiro de 1939. Em janeiro de 1943 a sede da Delegacia Regional de Ensino foi transferida para Estrela-RS.

Em 1971, a 3ª Delegacia instala-se em prédio próprio na Rua Coronel Mussnich, 773, onde permanece até hoje.

Em 2000, altera o termo Delegacia de Educação para Coordenadoria Regional de Educação.

Fonte: Livro 70 Anos da CRE – 1938-2008



STICA – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Estrela, Teutônia, Bom Retiro do Sul e outras...



STICA – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Estrela, Teutônia, Bom Retiro do Sul e outras...

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação foi fundado em 29 de janeiro de 1972 com a denominação de Associação Profissional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Estrela.

O primeiro presidente foi o cervejeiro Paulo José Horn. Em abril de 1974 a entidade recebeu a Carta Sindical.

As reuniões aconteciam no Circulo Operário Estrelense até 1983 quando foi inaugurada a sede própria da entidade localizada na Rua Coronel Mussnich, nº 701 – bairro Alto da Bronze.

Em 1989 o STICA filiou-se a CUT – Central Única dos Trabalhadores. Em 1992 é construída uma sub-sede em Teutônia e em 1995 a entidade adquiriu uma sub-sede em Bom Retiro do Sul.

Entre 1989 e 1998 foi editado o Jornal “O Companheiro” que comunicava aos trabalhadores da base do Sindicato notícias de interesse da categoria. Nesse período também foram distribuídas cartilhas de orientações diversas como legislação e segurança no trabalho.

Na década de 1990 o sindicato obteve significativos avanços sociais para categoria, como: Plano de Saúde, Auxílio Escolar, PLR – Participação nos Lucros, Gratificação por Tempo de Serviço entre outras.

O STICA é filiado a Ftia-RS - Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Rio Grande do Sul, CONTAC – Brasil – Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação e UITA – União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação.


Relógio em homenagem a Bruno Schwertner em Estrela-RS


Relógio em homenagem a Bruno Schwertner

Que recebe também nome de rua em Estrela-RS. Com quatro quadras de extensão, liga a Rua Júlio de Castilhos à da Rua Coronel Müssnich. São homenagens ao fabricante de relógios públicos, especialmente em torres de igrejas, relógios de parede e de bolso. Acompanhou a família para o Brasil. Nasceu em Langwosser, na Silésia, Prússia e faleceu em 17 de julho de 1952.

Há em torno de duas centenas de relógios espalhados por igrejas e prédios no Brasil, sendo o primeiro o da igreja matriz de Taquari, e o segundo, em Lajeado, em 1925.

Na região do Vale do Taquari-RS, há os relógios também em Arroio do Meio, Colinas, Dois Lajeados, Encantado, Muçum, Nova Bréscia, Roca Sales, Relvado e Santa Clara do Sul.

O primeiro relógio, fora do Estado do Rio Grande do Sul, foi instalado na igreja matriz de Laguna, em SC, em 1934. Há dezenas de relógios espalhados pelo Brasil, nos estados de SC, SP, MG, BA, em Belo Horizonte, em Piracanjuba (Goiás). Alguns se localizam em pontos destacados, como no alto do obelisco na fronteira Brasil Uruguai, nas cidades unidas de Rivera e Santana do Livramento.


Praça Henrique Roolart em Estrela-RS


Feira do Peixe e do Produtor

A Semana Santa é de muito movimento nas feiras de peixe vivo promovidas pela Prefeitura Municipal de Estrela, através da Secretaria da Agricultura. O principal ponto de venda, na Praça Henrique Roolart, é tomada durante as manhãs e tardes por consumidores que esperavam pelo principal prato para a Sexta-Feira Santa.

Peixes de todos os tamanhos vindos dos produtores das diversas localidades do município são comercializados na Feira do Peixe. Além da venda, a Secretaria da Agricultura disponibiliza o serviço de limpeza do peixe.

No mesmo local funciona regularmente a Feira do Produtor com produtos de agroindústrias e produtores rurais de Estrela-RS.

A Praça Professor Henrique Roolaart, situa-se no Centro de Estrela-RS. Na Rua Coronel Müssnich, início da Rua Bruno Schwertner, da Rua Doutor Tostes e final da Rua Ernesto Alves.


Ponte sobre o Arroio Estrela no Parque Municipal



Ponte sobre o Arroio Estrela

A ponte sobre o Arroio Estrela, no acesso ao Estádio do Estrela FC, Aloysio Valentim Schwetner, foi construída com recursos do município e apoio técnico do governo do estado do Rio Grande do Sul, através de convênio com o DAER.

A obra foi iniciada em 1992 no governo do prefeito Leonildo José Mariani e concluída no início de 1993 na administração de Günther Ricardo Wagner. A antiga ponte de madeira foi substituída por uma ponte de concreto, que permite melhor trânsito ao Parque Municipal. Hoje a Rua Coronel Flores está toda pavimentada.


Centro de Tradições Gaúchas Estrela do Rio Grande



Centro de Tradições Gaúchas Estrela do Rio Grande

O CTG Estrela do Rio Grande foi fundado em 1º de dezembro de 1973, tem como objetivo cultuar, divulgar as tradições gaúchas, desenvolver atividades culturais, artísticas e campestres. Primeiro patrão foi José Luiz Schwertner.

Foi registrado no Cartório em 10 de maio de 1983, sendo presidente Arci Weber. A sede está localizada no Parque Municipal (fundos do Estádio Aloysio Valentin Schwertner), bairro Imigrantes, em Estrela.

Seu complexo é dotado por um Galpão e Área de Rodeios.

Tradicionalistas fundadores: José Luis Schwertner, Germano Schimidt, Wilmar Quevedo, Afonso Mânica, Lauro Hoppermann, Teodoro Bentz, Carlos Beraldo Peitschmann, Cláudio Guntzel entre outros. Na primeira reunião para criação da entidade estavam presentes 28 pessoas.


Escola Estadual de Educação Básica Nicolau Müssnich - eSTRELA-rs





Escola Estadual de Educação Básica Nicolau Müssnich

Escola Estadual de Educação Básica em Estrela, no Bairro Boa União, na Rua João Lino Braun n.º 100, fundado em 27 de março de 1950, com o nome de Escola Rural Boa União. Em 1972, a comunidade escolar escolheu como patrono Nicolau Müssnich educador nascido em 1860 e falecido em 1909 no exercício do cargo de Intendente do município de Estrela-RS.

O primeiro Diretor foi Ervino Fritzen. A Escola Nicolau Müssnich foi dirigida sucessivamente pelos seguintes diretores e diretoras: Maria Moresco Polo (1956 - 1959); Alfredo Heinrichs (1959 - 1961); Carmim Alba Schmitz Fischer (1961 - 1963); Gomercindo Pavi (1963 - 1970); Luiz Carlos Caye (1970 - 1975); Tereza Lurdes Jung (1975 - 1978); Nilo Ângelo Bagatini (1978 - 1984); Nilo João Scheller (1984 - 1989); Carmem Maria Bender (1989 - 1992); Cláudio Darci Gressler (1992 - 1995) e Maria Elenita Vilanova Sulzbach, de 1996 em diante.

Com grande participação da comunidade escolar foi construído um Ginásio Poliesportivo, onde além das atividades de Educação Física, competições esportivas são realizados eventos sociais da Escola como Reunião com os Pais e Festa de Final de Ano.


Bairro Imigrantes escolhe sua garota - Estrela-RS




Bairro Imigrantes escolhe sua garota

No sábado, dia 23 de maio de 2009, a Associação de Moradores do Bairro Imigrantes de Estrela promoveu o concurso Garota do Bairro.

Dez lindas jovens subiram na passarela que foi montada junto ao campo de futebol da comunidade.

O corpo de jurados que teve muito trabalho para definir as vencedoras do concurso estava assim constituído: Juarez Filber – vereador; Aloísio Mallmann - vereador; Marcelo Braun – vereador; Rosimari Bathre; Sueli Dosena; Lea Barth e Milton Immich.

O apresentador foi Paulo Wagner Ávila da Rádio Studio, 106.9 FM de Estrela.

A melhor torcida foi da candidata Suziane Raquel dos Santos que também foi escolhida como Miss Simpatia.

Como 2ª Princesa ficou Tassieli Fernanda dos Santos; 1ª Princesa foi Paloma Hitter e a grande vencedora foi Daniela Horst a Garota do Bairro Imigrante.

Um grande público estimado em mais de 500 pessoas esteve prestigiando o evento.

O Bairro Imigrantes em Estrela-RS tem 847 domicílios com uma população de 2.625 habitantes segundo Censo do IBGE 2007.

Texto e fotos: Airton Engster dos Santos

Divulgação; Memorial da Aepan-ONG


Sarau Literário na Escola de Ensino Médio de Estrela com Lylian Cândido


Sarau Literário na Escola de Ensino Médio de Estrela

Mia Couto, escritor moçambicano ,diz que a palavra é a casa do pensamento. Essa é uma forma poética de dizer que construímos e expressamos nossos pensamentos através das palavras. Se a palavra é a casa do pensamento, os livros são o universo todo, aquele além do nosso mundo, dos continentes, países, cidades, vilas, bairros, ruas,e também as casas. A nossa casa. Aquela que mora dentro do nosso peito e aconchega pessoas, acontecimentos, lembranças, pensamentos. E é nos livros que nos encontramos, encontramos o outro e viajamos. E essa viagem é por todos esses mundos, cidades ou para dentro de nós, que também é um mundo, vasto mundo.

Pensando na importância da leitura e no significado de sua prática na vida dos educandos, a Escola Estadual de Ensino Médio Estrela promoverá um Sarau Literário para os seus alunos, mas também aberto às pessoas da comunidade.Para participar basta gostar de ler de ouvir e contar histórias.

O Sarau Literário será um momento de conversa, de troca de idéias, de palavras e pensamentos. A coordenação será feita pela professora de literatura Lylian Cândido e acontecerá às segundas-feiras à noite, a partir do dia 1º de junho, as 19h30min, a cada quinze dias. Maiores informações pelos telefone 3712 1138 ou 97333204.

Jogos Germânicos em Estrela-RS - ParkChoppFest






Jogos Germânicos em Estrela-RS
ParkChoppFest

Uma das maiores atrações realizadas em Estrela, por ocasião do ParkChoppFest no aniversário do município são os Jogos Germânicos. Programação é uma realização do Rotary e Prefeitura Municipal.

São desenvolvidas doze provas, em forma de gincana, no Parque Princesa do Vale. As tarefas cronometradas para cada equipe são as seguintes: batalha dos cotonetes de espuma, subir no pau de sebo, carregar tora de madeira, cortar e serra lenha, cabo de guerra masculino e feminino, corrida de charrete, arremesso de catofel (batata doce), chopp/rodobaca masculino e feminino, pegar galinhas pelo feminino e pegar javalis pelo masculino.

Para os Rotarianos, a integração é o ponto alto do evento, que a cada ano é realizado com mais emoção.

Os 10 Anos da Folha de Estrela





Os 10 Anos da Folha de Estrela

No final do século XX, exatamente no dia 20 de maio de 1999, circulou o primeiro exemplar do Jornal Folha de Estrela com a manchete “Estrela Comemora 123 Anos”. Nascia sob o signo da inovação e ousadia, cujo espírito do lançamento permanece: Buscar notícias capazes de construir uma agenda para o futuro.

Falar ou escrever sobre a Folha de Estrela é lembrar antes de tudo, do empreendedorismo e coragem de Paulo Roberto Pochmann de Quevedo, profissional que tem suas origens no rádio e que migrou para mídia impressa.

Mas é a história também de pessoas, colunistas e colaboradores que fizeram da arte de escrever as suas vidas, colocando o melhor do seu trabalho a serviço da sociedade nas páginas da Folha de Estrela.

É a história de valores éticos e morais que se transformaram em princípios com foco no pluralismo e na democracia. É uma história da vida da própria comunidade estrelense onde está inserido.

O Jornal Folha de Estrela registra a história de 10 anos de comunicação focada na vida da comunidade onde tem plantado suas raízes, onde cultiva idéias e colheu frutos que foram compartilhados pela cidadania.

Mas é também um Jornal que volta suas atenções para o futuro, que projeta fatos e acontecimentos que estão por vir, das incertezas que provocam angustia e de um mundo novo capaz de ser construído.

Os 10 Anos da Folha é um trabalho de equipe respaldado pelo laborioso povo de Estrela que neste mesmo dia, 20 de maio de 2009, completa 133 anos de emancipação político administrativo.

Portanto comemorar o décimo aniversário da Folha é celebrar a conquista de muitos sonhos. Não só do Paulo Roberto Pochmann de Quevedo, idealizador do projeto, mas também de todos quantos se identificam e se comunicam através das páginas do Jornal Folha de Estrela. Parabéns e até 2019 nos 20 Anos da Folha...

Palavras do Editor:

Paulo Roberto Pochmann de Quevedo, Editor e Diretor da Folha de Estrela informalmente têm dito que: “A comunidade entendeu a proposta de uma nova forma de fazer jornalismo, baseada na verdade, na transparência e no fato de não esconder ou maquiar a informações para agradar”.

Diz que houve momentos de crises e dificuldades que tiveram que ser enfrentadas com coragem, como, por exemplo, o roubo dos computadores, no quarto mês de vida do jornal. Confessa que chorou. Lembra de uma ou outra porta que fechou, mas também de janelas que se abriram para recompor as forças.

Afirma que a comunidade de Estrela é solidária e respeita quem se esforça, quem trabalha, quem é honesto e quem utiliza todos estes adjetivos em favor de uma crença. Este é o segredo do sucesso da Folha reitera, muito trabalho.

Lembra emocionado do Título de Honra ao Mérito que recebeu da Câmara Municipal de Vereadores em 2004, cujos vereadores, de então, destacaram Quevedo como corajoso, autêntico e arrojado. Quevedo em seu pronunciamento afirmou: “Ser distinguido em sua terra natal, é motivo de orgulho para qualquer pessoa, Ter reconhecimento da Câmara Municipal de Vereadores, cujos vereadores são legítimos representantes da população mexe com a gente”.

O Paulo Quevedo diz sempre “Assim sou eu e assim vai continuar sendo a Folha de Estrela. Vamos continuar torcendo para que os homens aprendam que ninguém é uma ilha, ninguém é dono da razão e da verdade. Vamos perseguir o pluralismo como base da democracia”.

Em 20 de maio de 1999, um sonho pessoal dava os primeiros passos. Era um projeto novo defendendo princípios de um jornalismo diferenciado. De lá para cá, muita luta, muita batalha e uma convicção: Estamos no caminho certo”, reafirma Paulo Roberto Pochmann de Quevedo.

Um olhar sobre a década da Folha

Não é preciso mais do que um punhado de fatos e acontecimentos para perceber o quando era diferente nossa cidade de 1999, quando a Folha nasceu. Ainda bem que a Folha esteve fazendo a cobertura das transformações de nosso tempo.

Dez anos atrás o prefeito de Estrela era Leonildo José Mariani, passou por Geraldo Mânica até Celso Brönstrup nos dias atuais.

A Câmara de Vereadores mudou completamente, até de casa, hoje funciona em prédio próprio.

O judiciário perdeu o competente Juiz Eduardo Becker, falecido em acidente de trânsito. O Ministério Público ganhou sede própria.

Novas escolas foram construídas e recebem hoje alunos da era digital. Uma revolução está em curso e a educação em transição.

Indústrias importantes fecharam suas portas como no caso da Polar em 2006. Mas outras plantas industriais vieram para Estrela-RS. O tempo não para.

Na saúde, novas clínicas, especialistas, cirurgias e Hospital cada dia mais aparelhado.

As lojas ganharam novo Leiaute. São maiores com variedades de preços, quantidade e qualidade.

Um número enorme de veículos circula pelas ruas já estranguladas do município. Os veículos de hoje são maiores e mais potentes.

As nossas festas continuam um sucesso. O Festival do Chucrute, Festa de São Cristóvão, Nossa Senhora Aparecida, Rosa Mística, São José Operário e do interior. Bem maiores é claro.

A cultura continua esperando atenção. Apesar do esforço de alguns abnegados, o orçamento para áreas de cultura e turismo ainda é muito pequeno.

A cidade de Estrela ficou mais vertical com novos prédios. Tudo ganhou em volume, tamanho e rapidez...

A natureza também se manifestou com as cheias do Rio Taquari de 2001, 2007 e 2008. Estiagens castigaram a região em 2005, 2006 e 2009.

Mas é isso mesmo, a Folha cumpriu sua missão de informar sobre o movimento da década que passou. O vaivém da notícia e da multiplicação da informação. Agora ficamos atentos ao que vem por aí nos próximos 10 Anos da Folha de Estrela... Quem viver lerá...

Texto: Airton Engster dos Santos

Imagens: Aepan-ONG



Colégio Martin Luther de Estrela





Colégio Martin Luther

O Colégio Martin Luther foi criado em 1904, após organização da comunidade para criar uma instituição com proposta evangélica.

Entre os pioneiros estavam Júlio Diehl, Luiz Dexheimer, Frederico Poeckel, e Paul Henneberg que foi o primeiro professor.

A partir de 1912 a escola teve como diretor e professor Ernest Dietschi, que ao longo de 39 anos enfrentando dificuldades de toda ordem. Dietschi ficou a frente da instituição até 1951.

Em 1949 foi fundada a Sociedade Evangélica Educacional de Estrela, sob a coordenação de Ito Snel, médico local, que abraçou a idéia de construção de um ginásio de caráter evangélico, para a sede de Estrela, e um prédio correspondente às necessidades de um curso ginasial.

Com a modernização do educandário, no ano de 1951 mudou o nome da instituição de Escola Paroquial Evangélica para Colégio Martin Luther.

A criação da Sociedade Evangélica Educacional de Estrela culminou com a criação do Curso Ginasial, 1952, ponto de partida para a consolidação de um espaço definitivo e importante no quadro educacional estrelense, com alcance regional.

O processo de construção do prédio no Bairro Oriental foi organizado a partir dos trabalhos de várias comissões. Foram vários anos de luta para concretizar o projeto arquitetônico e manter os cursos.

Ainda na década de 50 iniciou o Curso Normal ou curso de Formação de Professores Primários, naquele momento muito valorizado. Foi nesta época que a Escola criou o internato com o objetivo de possibilitar a continuação de estudos a alunos de municípios distantes.

Em 1963 iniciou o Curso de Auxiliar de Escritório e também obteve autorização para o funcionamento do Curso Colegial Científico.

Durante a década de 90 o Colégio redimensionou seu papel social, começando a criar e investir em Cursos Técnicos. Foram criados os cursos pós Ensino Médio em Segurança do Trabalho e Alimentos.

No ano do seu Centenário (2004) o Colégio Martin Luther foi homenageado com um Grande Expediente na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Fonte: IECLB
Imagens Antigas: Aepan-ONG

História da Paróquia IECLB de Estrela-RS





História da Paróquia IECLB de Estrela-RS

Vale do Taquari é fortemente marcado pela presença evangélico-luterana. Num raio de 100 quilômetros há 57 comunidades da IECLB que compõem o Sínodo Vale do Taquari.

A edificação das primeiras comunidades na região coincide com a data da imigração alemã.

Ainda no ano de 1856, ano da chegada dos primeiros imigrantes ao município, foi batizada a primeira criança evangélica luterana e apenas sete anos depois, constitui-se a Comunidade Evangélica de Novo Paraíso.

Já a Comunidade de Estrela foi fundada em 01 de maio de 1873 pelo Pastor F. Hauser.No ano seguinte foi edificado o primeiro templo evangélico em Estrela.

Os evangélicos luteranos se preocupavam não somente com sua vida religiosa, mas também com a educação de seus filhos. Por isso, ao lado da igreja em 1904 foi fundada a escola paroquial, onde o próprio pastor era também o professor.

Em 1912 foi fundada a Sociedade de Senhoras Evangélicas e dois anos depois, foram consagrados os dois sinos que ainda hoje chamam as pessoas para os cultos. Os sinos no alto da torre da igreja não estão ao alcance dos nossos olhos, mas neles estão gravadas as seguintes frases: “Terra, terra, ouve a voz do Senhor” e “Glória seja a Deus nas alturas”.

Outra data inesquecível desta bela história foi a consagração do segundo templo construído que substituiu o anterior de 1874. No dia 5 de dezembro de 1926, a nova igreja teve suas portas abertas para a comunidade ao som do coro de trombones que tocava do alto da torre: “Alma bendize o Senhor poderoso da glória”. Este templo serviu à comunidade até por 44 anos, quando foi consagrado o templo atual.

A nova igreja teve suas portar abertas no dia 31 de outubro de 1970 pelo então Pastor Presidente da IECLB Karl Gottschald. A igreja da Comunidade Evangélica de Estrela passou por uma grande reforma em 2006, ocasião em que recebeu novo sistema de som e de luz, além de novo teto, piso, bancos estofados e climatizadores.

Fonte: IECLB

Festa de Maio de Estrela - Programações do Maifest

2009 - Festa de Maio de Estrela - Programações do Maifest de Estrela iniciam no dia 15

Uma extensa programação está sendo preparada para as tradicionais festas de maio do município de Estrela, que inicia na próxima sexta-feira (15) e se estende até o dia 24, com a realização do 10º Parkchoppfest e 44º Festival do Chucrute.

Este ano está sendo lançada uma identidade para os festejos tradicionais do mês de maio, o Maifest, que em alemão significa Festa de Maio, resgatando as tradições germânicas, dessa maneira criando uma marca que leva a genuidade de Estrela, com a parceria da Prefeitura de Estrela, Rotary Club, Comunidade Evangélica e Núcleo Cultural de Estrela, com apoio Lojas Benoit, Combustíveis Charrua, Rádio Alto Taquari e Ministério da Cultura.

As programações iniciam na sexta-feira (15), a partir das 19h, no Parque Princesa do Vale, no Lonão Principal, com apresentação da Banda de Estrela. Já às 19h30min, ocorre a abertura oficial, logo após, às 20h, a apresentação do Grupo Folclórico Alemão de Estrela, Banda Liverpool e o Torneiro do Boi – competição que reúne duplas para cobrança de pênaltis.

No sábado (16), a programação inicia ao meio-dia com almoço campeiro, realizado pelos CTGs de Estrela. A partir das 14h, iniciam as tradicionais competições dos Jogos Germânicos, no campo junto ao Parcão. Juntamente com as competições, ocorre no Lonão Principal, o Canta Tchê, com apresentações das bandas: Happy Brass, Banda do Chopão, Banda Porto Novo, Expresso Tchê, Tchê Chaleira e Scarpan.

No domingo (17), a programação inicia às 9h30min, com a realização da Pernada, promovida pela Emei – Casa da Criança, na Rua Júlio de Castilhos; às 14h, realização dos Grenais, no campo, junto ao Parque, juntamente com os jogos, ocorre o show infantil – High School Music Cover, no lonão principal; 15h, circuito Cultural Gaúcho, com a apresentação da Orquestra de Imigrante; 16h, Os Valentinos; 17h, danças de Rua e CTG; 19h até às 21h30min, Tchê Guri.

Abaixo segue a programação do Festival do Chucrute:
Programação do 44º Festival do Chucrute:

Dia 8 (sexta-feira) – Divulgação do Festival do Chucrute com a apresentação dos Grupos Folclóricos, entrega de folders e apresentação da Banda de Estrela, no Unicshopping, às 20h, na Praça de Alimentação.

Dia 9 (sábado) – Desfile típico dos Grupos Folclóricos com carros alegóricos, com saída às 15h, em frente à Samaq pela ruas de Estrela e Lajeado.

Dia 16 (sábado) – Primeiro Baile Típico a partir das 20h, no Centro Comunitário Cristo Rei. Janta com comida típica e baile com a Banda Chopão.

Dia 17 (domingo) – Tradicional Café Colonial, no Centro Comunitário Cristo Rei, a partir das 15h.Dia 20 (quarta-feira) – 16ª Festa do Idoso com apresentação de grupos de danças convidados, com início às 9h. Ao meio-dia almoço típico, à tarde Baile do Idoso.
Dia 21 (quinta-feira) – 3ª Festa das Apaes, no Centro Comunitário Cristo Rei, com apresentação de danças folclóricas, com início às 14h.

Dia 23 (sábado) – Segundo Baile Típico, a partir das 20h, no Centro Comunitário Cristo Rei, decoração típica e apresentação dos grupos de dança. Animação estará a cargo da Banda La Montanara.

Dia 24 (domingo) – Encontro dos grupos de danças de diversas cidades com o Tradicional Café da tarde por quilo. Apresentação de danças dos grupos, tendo por local o Centro Comunitário Cristo Rei com início às 15h. Entrada 1 quilo de alimento não perecível.
Fonte: Prefeitura Municipal de Estrela

Miss Estrela 2009





Estrela já tem suas novas soberanas que foram escolhidas na última sexta-feira, dia 24 de abril, no Center Show da Lupus Land. A coroada da noite foi a estudante de 19 anos, Mariana Müller, que recebeu a faixa de Miss Estrela de Daiane Steffens. As princesas escolhidas foram: Bibiana Ferreira (1º princesa), Bruna Wülfing (2º princesa) e Vanessa Barth, como simpatia.

O primeiro contato das 13 candidatas ao título, com os jurados, ocorreu no coquetel realizado em um ambiente da Lupus Land, oportunidade que cada uma foi entrevistada individualmente.

Antes de chegar a tão esperada noite do evento, as meninas passaram por diversas atividades, que foram realizadas nos dias 18 e 19, com a realização de prova cultural, passeio no roteiro turístico Delícias da Colônia, carreata pela cidade e teste de vídeo.

Para a Miss Estrela Mariana Müller foi uma surpresa única já que as outras desafiantes eram de alto nível. “Todas eram lindas, eu não esperava ganhar, estou muito feliz por essa conquista”, ressalta. Ela ainda lembra que o Miss Estrela não é só um concurso de beleza, é a escolha de alguém que tenha conteúdo e responsabilidade e amor por seu município. “Irei representar Estrela com muito orgulho”, enfatiza.

A promoção da 27º edição é da Prefeitura de Estrela, por meio das secretarias municipais de Educação, Cultura e Turismo (Smectur) e de Esportes e Lazer (Smel).

A Miss Estrela será a candidata do município no concurso Miss Rio Grande do Sul e a representante oficial de Estrela nos próximos dois anos.
Fonte: Prefeitura Municipal de Estrela-RS

TOP BLOG 2009



Federação Gaúcha de Futebol recebe prefeito de Estrela-RS

Presidente da Federação Gaúcha de Futebol recebe prefeito de Estrela

O prefeito de Estrela, Celso Brönstrup juntamente com o secretário de Esportes e Lazer, Nardir Rosemundo Steffens, acompanhados pelo deputado Estadual Paulo Odone (PPS), estiveram na tarde desta sexta-feira (17), na sede da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) em Porto Alegre, definindo a situação do Estrela Futebol Clube junto à entidade para a participação do Juvenil do Campeonato Gaúcho 2009.

O encontro realizado com o presidente da FGF, Francisco Novelletto Neto, assegurou a participação do Juvenil do Estrela FC no campeonato Gaúcho, como também a negociação de possíveis pendências em nome do clube, adquiridas pela Associação Esportiva Estrela (e não pelo Estrela Futebol Clube), no valor de R$ 8 mil. “Faremos o possível para que o Estrela FC venha a participar da competição, como um grande clube que é”, mencionou Novelletto.

No encontro o prefeito ressaltou a tradição de Estrela no futebol gaúcho, e o esforço da Administração em construir novamente um clube estruturado com capacidade técnica e financeira para participar das competições. “Iniciamos a reestruturação do Estrela FC com os pés no chão com o intuito de formar uma equipe séria e competitiva”, menciona.

Já o secretário de Esportes e Lazer, Nardir R. Steffens, lembrou que atualmente o Clube está construindo uma boa base com a formação de categorias através das escolinhas. “Estamos preocupados na formação do atleta e na continuidade do Estrela FC, por isso estamos apostando em categorias de base”, enfatiza Nardir.

Para o deputado Paulo Odone, o Estrela tem história, essa que deve ser mantida e reescrita com uma boa gestão do Clube e com o apoio da Prefeitura. “Com pessoas sérias e idôneas e principalmente com o apoio da Prefeitura de Estrela, o Clube começará a despontar no futebol”, menciona

IECLB - Estrela-RS


IECLB - Comunidade Evangélica de Estrela

Essa história começou no dia 17 de fevereiro de 1863, quando desembarcou em Estrela um pequeno grupo de imigrantes alemães vindos do Vale do Caí. Entre eles estaria o Pastor W. Kleingünther que, no dia seguinte, celebrou o primeiro culto com as famílias que num futuro não muito distante, formariam a Comunidade Evangélica de Estrela. Neste culto foi batizada a primeira criança evangélica nascida neste lugar. Seu nome era: Valentin Theobald Schnack.

As famílias evangélicas eram muito poucas e só podiam ser visitadas esporadicamente por pastores de outras comunidades. Somente dez anos mais tarde, no dia 1º de maio de 1873, o Pastor F. Hauser, de Teutônia, fundou a Comunidade Evangélica de Estrela. No mesmo ano já foi registrado o primeiro casamento: Friedrich Helfenstein e Margarete Bárbara Schwingel.

No ano seguinte, foi edificado o primeiro templo evangélico em Estrela. Os evangélicos luteranos se preocupavam não somente com sua vida religiosa, mas também com a educação de seus filhos. Por isso, ao lado da igreja havia também a escola, onde o próprio pastor era também o professor. Assim deu-se o início da escola que hoje conhecemos como Colégio Martin Luther.

Em 1912, foi fundada a sociedade de senhoras evangélicas e, dois anos depois, foram consagrados os dois sinos que ainda hoje chamam as pessoas para os cultos. Os sinos no alto da torre da igreja não estão ao alcance dos nossos olhos, mas neles estão gravadas as seguintes frases: "Terra, terra, ouve a voz do Senhor" e "Glória seja a Deus nas alturas".

Outra data inesquecível desta bela história foi a consagração do segundo templo construído, que substituiu o anterior de 1874. No dia 5 de dezembro de 1926, a nova igreja teve suas portas abertas para a comunidade ao som do coro de trombones que tocava do alto da torre: "Alma bendize o Senhor poderoso da glória". Este templo serviu à comunidade por 44 anos, quando foi consagrado o templo que conhecemos atualmente.

Fonte: IECLB Estrela-RS

Lylian Cândido - Casas Esquecidas






Durante o mês de abril, a Univates de Lajeado, no Vale do Taquari, traz exposições culturais para a comunidade e acadêmicos.

Até o dia 22 de abril de 2009, no Espaço Arte 2, estará aberta a exposição Casas Esquecidas, dos autores Lylian Cândido e Fernando Koch.

O trabalho, composto de 80 fotografias e alguns objetos, apresenta casas antigas que foram abandonadas por seus donos.

Lylian Cândido é professora na Escola Estadual de Ensino Médio de Estrela. Em breve a exposição deverá chegar até Estrela-RS.

Pinacoteca de Belkis Carolina Calsa





Visita bem sucedida, repleta de aprendizagem, por parte de todos, experiência que expandiu conhecimentos, e principalmente olhares. Na visita à Pinacoteca os voluntários da Aepan-ONG puderam conhecer muito do contexto das Artes Plásticas partindo das obras expostas.

Assim foi a visita à Pinacoteca, carregada de sentido, levando todos a refletirem. Prova-se então que apreciar artes plásticas pode ser maravilhoso ao contrário do que tantos pensam.

Pinacoteca de Belkis Carolina Calsa





Voluntários da Aepan-ONG visitaram a Pinacoteca da Professora Belkis Carolina Calsa. A visita proporcionou aos ambientalistas a oportunidade de, a partir leitura das obras do acervo, conhecer, analisar e enriquecer seus conhecimentos estabelecendo uma relação entre percepção e produção artística.


Juntamente com o Presidente da Sociedade Rio Branco Pedro Valdir Pereira e esposa Katia Beatriz, Airton Engster dos Santos e Jorge Scherer apreciaram as obras de diversos artistas plásticos expostas na Pinacoteca junto à residência da Professora Belkis.

Vale ressaltar que é preciso ter plena consciência que fazemos história a cada dia, portanto precisamos conhecê-la e que ela está intimamente ligada com a história e a arte disse a professora Belkis aos visitantes.

Hospital Estrela



A Construção do Hospital Estrela-RS


Versão descrita na Poliantéia Comemorativa do 75º Aniversário da Chegada das Irmãs Franciscanas ao Rio Grande do Sul - 1872-1947 – Documento do Acervo da Aepan-ONG.

Texto na Integra:

Com toda a razão afiguram-se-nos muito amigos Santo Antônio e Santa Teresinha, já que ambos dedicaram intenso amor ao querido Menino Jesus.

Santo Antônio, zeloso Padroeiro de Estrela, vendo a miséria em que jaziam os pobres doentes por falta de um hospital provavelmente dirigira-se a Santa Teresinha, pedindo fosse a sua auxiliar, a que Santa Teresinha prontamente anuiu.

Para ter-se a idéia da necessidade urgente de um hospital, abria-se a crônica, onde se lê que uma menina interna, atacada de apendicite teve de ser operada na lavanderia do Colégio Santo Antônio. Três imãs depois de operadas foram transportadas em padiola para casa. Pessoas vindas do interior eram tratadas em hotel.

Há muito o povo estrelense, juntamente com o Rev. Padres Jesuítas da paróquia tinham se dirigido a superioras das Franciscanas, pedindo irmãs para um hospital. O Revmo.p. Hilleshein, sucessor dos Jesuítas, renovou o pedido.

Formou-se então uma comissão de pessoas representativas da Vila que, com grande interesse, se dedicaram à realização do plano. Doaram um terreno no valor de Cr$ 18.000,00, situado em lugar aprazível. Também o Governo Municipal auxiliou generosamente essa obra importantíssima.

Grande foi o contentamento do povo, quando viu coroados seus esforços e elevar-se a construção tão sonhada, que ficou concluída em princípio de 1929. O novo hospital corresponde às exigências da higiene moderna. Em fevereiro vieram as primeiras irmãs, destinadas a formar uma nova comunidade, sendo que nos primeiros meses moraram no Colégio Santo Antônio.

No dia 12 de abril, pela primeira vez, celebrou-se o grande mistério do Sacrifício da Cruz na capelinha.

Com que prazer os habitantes da Vila e arredores se prepararam para festa de inauguração que se realizou num domingo ensolarado de 14 de abril. Todos de alguma forma tinham colaborado com suas posses, como diziam com justo orgulho, “O Nosso Hospital”.

Concluída a Santa Missa, o povo em massa, dirigiu-se jubiloso para o hospital e ouviu os discursos no balcão adjacente. Depois de abertas as portas, tiveram o prazer de admirar as instalações.

Uma quermesse organizada no mesmo lugar produziu ainda bom lucro em benefício da nova casa de caridade.

Santa Teresinha, padroeira do Hospital Estrelense, fez timbre de sua proteção. Continuamente derrama rosas de graças sobre sua casa.

Em 1933, colocou-se-lhe ao lado a grande Santa Isabel, eleita Padroeira do Isolamento.

O número de doentes que procuram alívio neste estabelecimento aumenta de ano a ano. Acusava a crônica inicialmente, um movimento de 400 a 500 doentes por ano, número que presentemente (1947) se elevou a 1.000.

Grande consolação para as irmãs é as graças que Deus derrama sobre as almas dos enfermos.

Muitíssimos voltam para suas casas não só curados corporalmente, mas também com a alma regenerada, dispostos a servir a Deus. Quantos pecadores acharam na última hora, o caminho para o salvador, seu único e verdadeiro bem.


Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Matéria divulgada no Jornal Folha de Estrela

Coluna: Histórias da Nossa História



Luiz Antônio de Assis Brasil passou a infância em Estrela-RS .






Luiz Antônio de Assis Brasil passou a infância em Estrela-RS .

Luiz Antonio de Assis Brasil, contou que a opção por temas ligados ao colono alemão vem da infância. "Sou porto-alegrense, mas fui criado em Estrela-RS, de colonização alemã, e observei de perto a organização, a limpeza, o profundo respeito pela autoridade destas pessoas", comentou. Assis Brasil.

Nascido em 1945, Luiz Antonio de Assis Brasil é um porto-alegrense que elegeu o Rio Grande do Sul como casa e um quarto de milênio de história como cronologia pessoal. Passou parte da infância em Estrela-RS, com a família, que de lá retornou à capital em 1957. Cinco anos mais tarde, o jovem Luiz Antonio começa a estudar violoncelo.


Em 1963 termina o curso clássico. O ano do golpe militar coincide com sua entrada no exército. Um ano mais tarde Luiz Antonio ingressa no curso de Direito da PUCRS e também passa a fazer parte da OSPA - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Forma-se em Direito em 1970 e em 1975 inicia a colaborar na imprensa com artigos históricos e literários.

Estréia com Um quarto de légua em quadro, lançando o romance na 32a Feira do Livro de Porto Alegre, e que lhe deu o Prêmio Ilha de Laytano. Mais um ano e mais um romance, A prole do corvo. Em 1981 é lançado Bacia das almas. No ano seguinte, Manhã transfigurada, e em 1983 o já consagrado Luiz Antonio de Assis Brasil assume a direção do Instituto Estadual do Livro.

Mais tarde vai à Alemanha, como bolsista do Goethe-Institut. Em 1985 lança aquele que, segundo o autor, é seu livro com maior carga emocional, As virtudes da casa. Começa a coordenar a Oficina de Criação Literária do Programa de Pós-Graduação em Letras da PUCRS. Mais um ano, mais uma obra, e desta vez uma pausa nos grandes romances, nos painéis de revisão histórica ficcionalmente tratada. É O homem amoroso, uma novelinha com forte acento autobiográfico. Cães da província, em 87, retoma o ciclo histórico, adotando Assis Brasil a Qorpo-Santo como personagem e evocando os crimes da Rua do Arvoredo. O romance, aliás, deu o título de Doutor em Letras ao autor e fez jus ao Prêmio Literário Nacional, do Instituto Nacional do Livro. Em 88 Assis Brasil recebe da Câmara Municipal de Porto Alegre o Prêmio Erico Verissimo, pelo conjunto de sua obra. Videiras de cristal, que recria a saga dos Muckers, é lançado em 1990. Nova experiência é o romance em três volumes Um castelo no pampa, que se divide (o autor insiste que não é uma trilogia) em Perversas famílias (92 - ganhador do Prêmio Pégaso de Literatura, da Colômbia, Pedra da memória (93) e Os senhores do século (94). Concerto campestre, Breviário das terras do Brasil e Anais da Província-boi saem em 1997, ano em que o romancista é eleito Patrono da 43a Feira do Livro de Porto Alegre.

Em 2001 publica O pintor de retratos, que recebe o Prêmio Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional.

Alberto Ruschel - Ator Nascido em Estrela-RS


Alberto Ruschel – Ator de Cinema Nascido em Estrela-RS

Alberto Ruschel foi ator, diretor, produtor e roteirista de cinema. Alberto foi criança para Porto Alegre, onde ficou até o início da década de 40.

Levado à carreira cinematográfica como cantor (era integrante do conjunto vocal Quitandinha Serenaders) e pela estampa de galã, o gaúcho nascido em Estrela, Alberto Manuel Miranda Ruschel, nunca abriu mão da qualidade nos filmes. Já em seu filme de estréia em 1947 – Esse Mundo é um Pandeiro - foi o galã de Eliana. Passou então a fazer as grandes comédias da época: É Com Este Que Eu Vou (1948), O Mundo Se Diverte (1949).

Fixou-se em São Paulo e na Vera Cruz, o que deu um grande impulso pra a sua carreira, atuando em Ângela (1951), Apassionatta (1952) e aquele que viria a estabelecê-lo definitivamente, ganhando o Palma de Ouro em Cannes, O Cangaceiro (1953). Alberto Ruschel sempre preferiu os filmes rurais. Ao lado de Milton Ribeiro e Hélio Souto fez Os Carpinteiros (1955).

Um dos primeiros filmes sem cinemascope foi o seu “O Capanga” de 1958, ano em retornou para o Rio de Janeiro para fazer “Matemática Zero, Amor Dez”.

Retornou ao faroeste em Paixão de Gaúcho (1958), A Morte Comanda O Cangaço (1960) e Riacho de Sangue (1966).

Walter Hugo Khori o dirigiu em Palácio dos Anjos (1970) e sua única esperiencia como diretor foi em Pontal da Solidão (1973).

Sem nunca abandonar o Rio Grande do Sul, esporadicamente voltava a fazer cinema como em A Noiva da Noite (1974), Iracema – A Virgem dos Lábios de Mel (1979) e contracenando com Pelé – Os Trombadinhas, também de 1979.

Foi um ator de cinema basicamente e sua única experiência na TV aconteceu em 1979, já no fim da carreira, quando participou de “O Todo Poderoso” na TV Bandeirantes.


Quando morreu, Alberto Ruschel, aos 77 anos, vivia no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro. Ele se recuperava de uma cirurgia no coração quando teve uma hemorragia fatal do duodeno.

Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Fonte: 1000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema... ISTO É... Documento do Acervo da Aepan-ONG.


História de Estrela-RS


HISTÓRIA DE ESTRELA-RS

Diz a lenda que Estrela tem este nome porque, na chegada dos primeiros aventureiros à região, estes avistaram uma luminosidade fora do comum nas proximidades do Rio Taquari. Pensavam que, naquele lugar, houvesse caído uma estrela cadente, um presságio positivo, um sinal do céu, de que a terra escolhida traria riqueza e felicidade. Logo surgiu a denominação de "Estrela". O fato, porém, tem sua explicação natural, pois no local havia um pântano cujos gases refletiam a luz da lua, ocasionando a luminosidade.

Dos chamados municípios do Alto Taquari - Lajeado, Encantado, Estrela e Arroio do Meio - Estrela é o mais antigo.

Já durante a guerra dos Farrapos, em 1835, nele se estabeleciam os primeiros habitantes, no lugar denominado "Bom Retiro". Os fazendeiros Antônio Israel Ribeiro e a Família Louzada, foram seus primeiros moradores, possuíndo grandes extensões de terras.

É provável que a fundação do lugar tenha ocorrido em 1856, época em que começou a colonização em terras de propriedade do Coronel Vitorino José Ribeiro, colonização essa contituída, fundamentalmente de imigrantes alemães. A esta colônia, a que se deu o nome de "Estrela", seguiu-se a de Teutônia, criada dois anos depois por Carlos Arnt, ambas pertencentes ao município de Taquari.

Estabelecidos os primeiros colonos, outros seguiram o exemplo, em sua maioria vindos de São Leopoldo, que foi a primeira colônia alemã do Rio Grande do Sul.

Em 1862, a população ainda é pequena; 317 habitantes. Mas a 18 de Fevereiro de 1863, já se inaugurava uma capela Evangélica na Picada do Novo Paraíso e a 29 de novembro do mesmo ano, inaugurava-se a picada Glück Auf, da comunidade teutônica do Norte.

Em 1865, a colônia já tinha uma produção variada: mandioca, milho, centeio, trigo, milho, feijão batatas, etc. A exportação destes produtos fazia-se através do Rio Taquarí.

A 30 de setembro de 1871, começou a funcionar a primeira escola para rapazes, criada por Lei provincial de nº 771, de 14 de maio de 1871.

Em 1872 o coronel Vitor de Sampaio Menna Barreto, grande proprietário de terras, fundava o povoado, sob a invocação de Santo Antônio. Logo após chegavam os Ruschel, família numerosa e dinâmica, que lançaria as bases da indústria e do comércio.

A 2 de Abril de 1873, a Lei nº 857, criava a freguesia de Santo Antônio de Estrela, que se desmembrava, assim, da de São José do Taquari. Neste mês ainda criava-se duas escolas masculinas e uma feminina. A 24 de Agosto o padre Francisco Schleipen celebrava ali a primeira missa. Em 1874, a área da freguesia era aumentada com a incorporação de territórios à margem direita do Rio Taquari.

Finalmente, pela lei nº 1044 de 20 de maio de 1876, no governo do Conselheiro Tristão Alencar Araripe, criava-se o município de Estrela.

Em 1884, chegava a Estrela, Bruno Schwertner, constutor de relógios para edifícios públicos e igrejas. Construíu relógios de diversos tipos para vários templos do País.

Em 1881, separa-se de Estrela, para formar município à parte, o território de Lajeado.

A 14 de dezembro de 1885, Teutônia era elevado a freguesia, em obediência a Lei provincial desta data, sob a invocação de Nosso Senhor do Bom Jesus, mas que não chegou a ter instituição canônica. Em 1888, concluía-se a estrada de rodagem para Conde d'Eu (Bento Gonçalves).

A proclamação da República foi entusiasticamente recebida pela população da vila, que saiu pelas ruas, dando vivas a Marechal Deodoro da Fonseca, Benjamim Constant e outros. Dissolveu-se então a câmara municipal. Para substituí-la, constituiu-se uma junta provisória, composta por Luis Paulino de Morais, Jocob Schiller e Luis Jaeger, que foi empossada a 13 de maio de 1890. Por esta época ja funcionava a primeira fábrica de móveis Niels Person. Uma modificação introduzida na composição da Junta Provisória nela incluiu os cidadãos: Henrique Hamerle e Bento Rodrigues da Rosa. Deste último partiu a iniciativa de propor ao governo estadual que fosse adotada a bandeira do Estado e da República Riograndense de 1835, idéia logo aceita por todas as comunas. Nesta época a população alcançava cerca de 16.000 habitantes. Instalava-se a empresa de H. Wirtz & Cia. , com fundição e máquinas especializadas em turbinas hidráulicas e acessórios.

A 15 de Outubro de 1891 elegeu-se o primeiro Conselho Municipal do período republicano, cuja composição era a seguinte: Júlio May, Jacob Schenke, Henrique Arnt, Nicolau Gerhardt, João Ubaldo Nery, Miguel Ruschel e Jacob Wiedt. Elaborou-se a primeira lei orgânica do município e nomeou-se o primeiro Intendente, Joaquim Alves Xavier.

Estrela também sofreu o impacto da Revolução Federalista. A 26 de maio de 1893, com a aproximação dos revolucionários e vendo-se impotentes para contê-los, o Intendente abandonou a vila. No dia seguinte, deu-se a invasão. A população, tomada pelo pânico, abandonou a localidade, em meio a grande confusão. O legalista coronel Lautert, marchou em diração a Estrela, obrigando aos insurretos a retirarem-se, e assumindo o comando da situação. A 17 de Outubro de 1894, nova investida dos federalistas, comandados por Anibal Pereira, Jungblut e Veríssimo, os quais, no entanto, foram repelidos sofrendo muitas baixas. Durantes estes sucessos, havia assumido a Intendência Pércio de Oliveira Freitas, sucessor legal de Joaquim Alves Xavier. O Conselho Municipal, ficou suspenso por mais de um ano.

Pacificado o Estado, realizaram-se eleições municipais em 1897, sendo eleito Pércio de Oliveira Freitas, que permaneceu na administração até 1900.

Em 1910, Lourenço Orlandini fundava em Roca Sales, uma importante fábrica de banha, e quatro anos após surgia a cervejaria de Júlio Diehl. Em 1911, possuía aproximadamente 120.000 cabeças de suínos. A exportação era avultada e variada, destacando-se a banha, manteiga, feijão, aguardente, milho, avos e farinha de mandioca.

CARACTERÍSTICAS
A população total do município é de 29.071 de habitantes, de acordo com a Contagem da População do IBGE (2007).

Sua área é de 184 km², representando 0.0685% do Estado, 0.0327% da Região e 0.0022% de todo o território brasileiro.

Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0.829 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)

Gentílico: Estrelense

Ano de Instalação: 1876

Microrregião: Lajeado-Estrela

Mesorregião: Centro Oriental Rio-Grandense

Altitude da Sede: 39 m

Distância à Capital: 92,31Km

- Economia
A economia de Estrela está baseada na indústria de transformação, sendo responsável pela fabricação de materiais plásticos, produtos metalúrgicos, vestuário, calçados, produtos alimentícios e bebidas.

Em seguida vem o comércio e o setor primário. No setor primário destaca-se a produção de leite e o cultivo do milho. Na área rural predominam pequenas propriedades, a maioria na faixa de 10ha; com uma produção diversificada.

O município é sede do Terminal Intermodal (Entroncamento Rodo-Hidro-Ferroviário); interligando a BR-386 (Rodovia Pres. Kennedy), o Rio Taquari (Porto de Estrela) e o ramal ferroviário que faz ligação com a ferrovia do trigo (Porto Alegre - Passo Fundo).

- Cultura
Devido à colonização alemã, o município mantém vivos os eventos tradicionais como o Festival do Chucrute e os Kerbs.

Embora existam construções modernas, os traços da arquitetura em estilo enxaimel ainda permanecem. A culinária é bem diversificada. Em Estrela o visitante vai encontrar desde o tradicional churrasco gaúcho, até as delícias da cozinha alemã com pratos à base de carne de porco, batata cozida à vapor, chucrute, cucas e diversos tipos de saladas.

O Rio Taquari, que banha a cidade, foi a primeira via de acesso do município. Sua beleza pode ser observada através do belvedere localizado na rua Pinheiro Machado ou através das escadarias da rua Chá-Chá Pereira, onde encontram-se as estátuas que representam a pujança da indústria e do comércio.

O município de Estrela também é chamado de "Princesa do Vale".
Fonte: IBGE PREFEITURA MUNICIPAL PNUD FAMURS

Vale do Taquari - Entre Vales e Montanhas do Rio Grande do Sul





Acesso ao Vale do Taquari-RS

O acesso ao Vale do Taquari, formado por 40 municípios, é facilitado pelas diversas malhas rodoviárias que cortam a Região e servem de ingresso a outros importantes pólos do Estado, País e Mercosul.

A BR 386 é rota de chegada ao Vale do Taquari e por Ela se transita de ponta a ponta pela Região. A rodovia interliga as cidades extremas do mapa, Tabaí ao sul com Pouso Novo ao norte, distantes 85 Km entre si com passagem por mais cinco municípios.

A BR 386 é uma das mais importantes rodovias do Rio Grande do Sul cuja extensão total é de 464 Km. É através desta rodovia que transita-se do Vale a capital Porto Alegre. Boa parte do percurso já é duplicada.

De outra parte a Rota do Sol (RS 129) a qual dá acesso à Região da Serra do Rio Grande do Sul.

Outras rodovias do Vale: RS 332, RS 425, RS 435, RS 433 e RS 432.

O Vale do Taquari fica a 450 de Rio Grande, 1.100 Km de São Paulo e 1.743 Km de Buenos Aires.

Airton Engster dos Santos

Vale do Taquari - Entre Vales e Montanhas do Rio Grande do Sul






Vale do Taquari – entre Vales e Montanhas do Rio Grande do Sul:


O Vale do Taquari, região do Rio Grande do Sul, é um lugar único que reúne diversos atrativos culturais e naturais com pouca distância entre os municípios.

Num mesmo dia é possível vivenciar o sotaque de diversas culturas – portuguesa, alemã, italiana – saboreando delícias de sua gastronomia.

Além disso, as manifestações culturais, os costumes, formam um conjunto com vales planícies, montanhas e Rio Taquari fazendo da região um pólo de atração turística com um povo alegre e hospitaleiro.

A população, quase que em sua totalidade descendente de imigrantes europeus, cultua tradições e folclore dos países de origem.

Minifúndios produtivos com colheitas fartas e muita beleza natural dão ao Vale do Taquari uma identidade própria.

A região é interligada por vias asfaltadas formando um verdadeiro corredor de integração.

O Vale é beneficiado ainda por uma hidrovia com porto localizado no município de Estrela e estrada de ferro.

O Vale do Taquari é formado por 40 municípios, cujo mais antigo é Taquari-RS que se emancipou de Triunfo-RS em 1849.

Já existem diversos roteiros turísticos em funcionamento no Vale do Taquari: Rota Germânica, Roteiro Delícias da Colônia, Roteiro das Montanhas do Vale e Roteiro Caminho da Erva-mate.


História:


As primeiras referências históricas da Região do Vale do Taquari datam de 1635, mencionando as expedições dos Padres Gimenez e Soares, seguidas pelo Bandeirante Raposo Tavares em 1636.

Por volta de 1800 foram criadas as fazendas ao longo do leito do Rio Taquari com escravos peões e feitorias, quando era explorada madeira, erva-mate, lavouras de cereais e criação de animais.

Na medida em que se instalavam as fazendas no território os índios que habitavam o local buscavam novas regiões no interior do Rio Grande do Sul.

Em 1809 a região do Vale do Taquari passou a pertencer ao município de Rio Pardo.

Em 1856 chegaram os primeiros colonos alemães, quando foi fundada a Fazenda Estrela. Em 1858 era criada a Colônia de Teutônia e em 1873 a Assembléia Provincial aprovou a criação da Freguesia de Santo Antônio de Estrela, reunindo os territórios de Estrela, Lajeado e Cruzeiro do Sul. Separando-a da Freguesia de São José do Taquari.

Na segunda metade do século XIX, teve início a colonização italiana, completando o processo de formação étnica que no início habitada por índios seguidos dos portugueses que trouxeram os negros, após os alemães e os italianos.

Airton Engster dos Santos

Imigrantes alemães chegaram no Brasil




IMIGRAÇÃO ALEMÃ – BRASIL – 500 ANOS DE POVOAMENTO:

Os primeiros imigrantes alemães chegaram no Brasil ainda no reinado de D. Pedro I. Estabeleceram-se no Sudeste e Sul do país onde, a partir de 1824, fundou-se a colônia alemã de São Leopoldo (Rio Grande do Sul).

Somente uma pequena parcela da emigração européia, entre ela a alemã, dirigiu-se para o Brasil: cerca de 4 500 000, num universo de mais de 35 000 000 de emigrantes europeus. O restante se deslocou para os Estados Unidos, Uruguai, Argentina, Austrália e para outros destinos.

A emigração alemã, como toda a emigração européia, se explica pelas grandes transformações sócio-político-econômicas por que passou a Europa no século XIX. Sem dúvida, entretanto, a consolidação do Estado nacional alemão foi de primordial importância para o crescimento do fluxo emigratório. Acrescente-se a isto o fato de que no Brasil do século XIX abriram-se excepcionais condições favorecendo a imigração européia. De fato, na segunda metade daquele século, chegaram os imigrantes europeus com a finalidade de prover mão-de-obra para as lavouras do café e fornecer camponeses para núcleos coloniais que iam sendo criados pelo governo brasileiro.

A origem e a composição regional dos grupos de imigrantes alemães dependiam, em muito, dos critérios e preferências dos agentes da emigração na Alemanha, enquanto o seu destino no Brasil ficava nas mãos dos receptores brasileiros que os distribuíam, considerando habilidades, interesses (geo)políticos e econômicos.

Foi notável a diversidade e heterogeneidade cultural dos grupos de alemães que aportaram no Brasil no século XIX. Eles vieram para povoar, preferencialmente, as colônias das Regiões Sudeste e Sul do país, onde foram estabelecidas, por iniciativa do governo imperial, as colônias de São Leopoldo (RS), São Pedro de Alcântara e Mafra (SC) e Rio Negro (PR). Ainda no século XIX, os colonos alemães foram conduzidos também para outras regiões do país, como Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.

Os imigrantes e seus descendentes mantiveram uma forte ligação com a cultura e a sociedade de origem, apesar das pressoes no sentido de sua integraçao pressões no sentido de sua integraçao à vida nacional.

De fato, com uma identidade étnica bem definida, os alemães, como os outros grupos de imigrantes, também foram assimilados e aculturados pela sociedade local.

Entre eles, pouco a pouco, os traços de germanidade tornaram-se mais débeis. A língua alemã passou a ser falada menos em público. Diminuíram também as atividades das sociedades e clubes recreativos. A educação passou a ser feita na língua portuguesa. Em certos meios, ser alemão passou a assumir uma conotação inferior, de negação ou de exclusão.

A escola
Um dos exemplos mais significativos de resistência cultural foi a criação e a manutenção de escolas alemãs vinculadas a comunidades evangélicas e católicas nas colônias.
Tendo os imigrantes vivido isolados durante algumas décadas, as primeiras escolas e igrejas foram organizadas por eles mesmos.

Em torno da escola, como também da igreja e de associações, o apego às tradições e a preservação de elementos culturais se estendeu a diversas gerações, persistindo mais ou menos até os dias atuais. Pode-se afirmar que alguns dos elementos de preservação e difusão da língua, identidade e cultura alemãs por parte dos imigrantes e descendentes, referem-se à escola comunitária, à imprensa, à ênfase no associativismo, na organização das comunidades religiosas, dentre outros.

A imigração e a colonização alemã no Brasil tiveram um importante papel no processo de diversificação da agricultura e no processo de urbanização e de industrialização, tendo influenciado, em grande parte, a arquitetura das cidades e, em suma, a paisagem físico-social brasileira.

- O imigrante alemão difundiu no Brasil a religião protestante e a arquitetura germânica; contribuiu para o desenvolvimento urbano e da agricultura familiar; introduziu no país o cultivo do trigo e a criação de suínos. Na colonização alemã, não se pode negar, está a origem da formação de um campesinato típico, marcado fortemente com traços da cultura camponesa da Europa Central.

- No domínio religioso, há de se reconhecer a influência dos pastores, padres e religiosos descendentes de alemães. Várias igrejas luteranas foram implantadas com a chegada dos imigrantes e o próprio ritual católico adquiriu certas especificidades nas comunidades alemãs.

- A vida cultural dos imigrantes também teve um papel importante na formação da cultura brasileira, especialmente no que diz respeito a certos hábitos alimentares, encenações teatrais típicas, corais de igrejas, bandas de música e assim por diante. Exemplo caracterstico é a Oktoberfest que, a princípio, surgiu como uma forma de manifestação contra as atitudes tomadas pelo Estado Novo em proibir atividades culturais que idenficassem a germanidade. Hoje, ela é uma festa que simboliza a alegria alemã, tendo incorporado, com adaptações e modificações, a gastronomia, a música, a língua alemãs.

Este texto foi extraído do livro Brasil : 500 anos de povoamento /IBGE, 7o. capítulo "Imigração alemã: formação de uma comunidade teuto-brasileira" de Valdir Gregory.

Estrela-RS - Revolução de 1964


Revolução de 1964 passou por Estrela-RS


O Brasil passou por uma grande instabilidade política em 1964. Um golpe militar depôs o Presidente João Goulart – Jango, em 31 de março daquele ano.

No Rio Grande do Sul, até por razões compreensíveis, o Presidente era natural de São Borja, apresentou natural reação ao golpe militar e houve possibilidades inclusive de uma guerra civil.

Entre as estratégias das forças políticas que apoiavam Jango estava a invasão e tomada do Palácio Piratini de onde seria coordenada a resistência.

O Governador do Estado era Ildo Meneghetti, adversário político de Jango e Brizola.

Como a situação se agravou naquele 31 de março, e as possibilidades de invasão ao Palácio Piratini ficou próxima de ser concretizada, o Governador Meneghetti viajou as pressas para o interior do Estado, acompanhado de um Coronel da Brigada Militar.

Em Montenegro almoçou secretamente com alguns correligionários. À tardinha seguiu viagem pela BR 386 (naquela época com estrada de chão), e próximo onde está instalada hoje a Praça de Pedágio na Fazenda Vilanova, o fusca com placas de Ijuí no qual o Governador viajava fundiu o motor.

Passando pelo local, um estrelense reconheceu o Governador e imediatamente comunicou a Adão Herrique Fett, Prefeito de Estrela que era amigo de Meneghetti. De pronto Fett foi ao encontro do Governador para prestar socorro e o fusca foi escondido numa residência no Distrito da Glória.

Um encontro secreto foi articulado num canavial que se localizava onde hoje se situa o Trevo de Estrela no bairro Boa União, cujo objetivo foi definir uma rota segura para Ildo Meneghetti seguir viagem. Participaram deste encontro: Algumas pessoas de Estrela incluindo Adão Fett, Coronel Pacheco e o Governador Ildo Meneghetti.

O Coronel Pacheco que acompanhava o Governador Meneghetti esqueceu sua arma em Porto Alegre, motivo pelo qual foi lhe emprestado um revolver em Estrela.

Um Ford ano 1946, de propriedade da Prefeitura Municipal de Estrela levou o Governador até Passo Fundo onde instalou seu gabinete esperando que os ânimos serenassem.

Após a consolidação do Golpe Militar, exílio do Presidente Jango e Leonel Brizola, Ildo Meneghetti retornou ao Palácio Piratini.

Durante seu governo que foi até 25 de março de 1966, Ildo Meneghetti esteve em Estrela muitas vezes em atividades oficiais ou para visitar Adão Henrique Fett.

Curiosidades:


Ildo Meneghetti nasceu em 1895 e faleceu em 1980. Era engenheiro, foi duas vezes prefeito de Porto Alegre – 1948 e 1951. Foi Presidente do Sport Club Internacional de 1929, 1934 e novamente em 1938. Foi Governador do Rio Grande do Sul por dois mandatos (1955-1929) e (1963-1966). Era filiado do PSD – Partido Social Democrático.


Adão Henrique Fett foi prefeito de Estrela, em dois mandatos (1951-1955 e 1963-1969), deputado estadual eleito suplente em 1958 assume vaga de titular em substituição a Braga Gastal e empresário no Vale do Taquari, nascido em 12 de agosto de 1904, em Bom Retiro do Sul, filho de Jorge Fett e Paulina Arnt. Faleceu em 22 de outubro de 1984, sepultado no Cemitério Evangélico de Estrela junto com sua esposa Darcyla Einloft Fett. Era filiado ao PL – Partido Libertador.


Os partidos PSD de Meneghetti e PL de Adão Fett, bem como o PTB de Jango e Brizola foram extintos pelo Ato Institucional - AI-2 de 27 de outubro de 1965. Todos os demais partidos políticos existentes no Brasil naquela época foram também extintos pelo Governo Militar substituídos pelo Bi-partidarismo – Arena – Aliança Renovadora Nacional de sustentação ao governo e MDB – Movimento Democrático Brasileiro de oposição.


Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Apoio: Jorge Scherer

Fonte: Entrevista: Com Rubem Ruschel e Eva Fett Ruschel; Livros: A História da Comunicação Social nos Governos do RS e História – Brasil em Foco.

Imagens: Acervo do Memorial da Aepan-ONG



Farol S/A - centro de pesquisas em Estrela-RS - Anos - 1978 - 1990

Empresa foi centro de pesquisa nos anos 80


A empresa Farol S/A, localizada próxima ao Porto de Estrela (complexo hoje desativado), possuía entre seu corpo técnico um conjunto de profissionais, técnicos e engenheiros, altamente gabaritados, que passaram a desenvolver uma série de atividades inerentes a produção de farelo, farinha, lecitina e óleo de soja degomado. Também ração animal. A Farol S/A tinha capacidade para processar em torno de 2.000 T de soja/dia. A empresa funcionou de 1978 a 1990, vindo a fechar em função da política para a “Trading Interbrás” no governo do Presidente Fernando Collor, mas isso é uma outra história.

Na empresa, além da produção de derivados de soja, foi efetivado experiências de grande, média e pequena complexidade com outros tipos de sementes, como uva, colza, milho, arroz e linhaça em maior escala. As experiências se davam em escala industrial ou laboratorial tendo como grande incentivador o eng.° Cláudio Lang, Diretor de Produção, coordenadas ou acompanhadas pela eng.ª química Mariza Casagrande Bronstrup, eng.° Ricardo Alves de Moraes, eng.° Juarez da Silva, Sr. Grimolvã da Silva Fortes, Sr. Er Gomes de Campos, Sr. Querino Schutz entre outros profissionais.

Na verdade além de empresa processadora de oleaginosas a Farol foi um grande centro de pesquisas, graças à capacidade profissional e intelectual de seus profissionais. Somente no Laboratório físico/químico foram efetivadas 1.586 pesquisas ou experiências com sementes, óleos, água, carvão mineral, solventes, combustíveis, alimentos entre outros, além de todo controle de qualidade de rotina da fábrica e produtos comercializados. O Laboratório trabalhava 24 horas do dia com uma equipe de aproximadamente 15 técnicos. Todos resultados das experiências realizadas foram catalogados em livros próprios.

Através dos conhecimentos da equipe, foi testada naquela época a utilização de óleo vegetal como biocombustível, alternativo aos derivados de petróleo. Os testes foram feitos numa carregadeira, sendo seus resultados considerados satisfatórios.

Nos anos oitenta o trato com as questões ambientais ainda eram tímidas, porém na Farol S/A, muitos cuidados eram tomados, como por exemplo: Os fumos da chaminé eram controlados pela equipe do laboratório da empresa, que observava a queima dos combustíveis através da cor da fuligem, inclusive o nível de CO2 emitido para atmosfera era medido regularmente.

Também foi implantada uma Estação de Tratamento de Efluentes, onde era tratada a água utilizada na indústria, antes de ser devolvida ao Arroio Boa Vista, recurso hídrico de onde também era captada.

Legenda Fotos:

Engenheiros: Otto Imich, Eng. Juares da Silva, Sidnei Casagrande, Enga. Mariza Casagrande Bronstrup, Eng. Ricardo Moraes, Eng. Márcio e Nei.

Laboratório: Em pé: Airton Engster dos Santos, Eng. Mariza Casagrande Bronstrup, Nelson Kord e Jorge Barcelos. Agachados: José Mirto Petter, João Boher, Metz e Edson Schneider.

Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Fonte - Arquivo Memorial Aepan-ONG


Escola Estadual de Ensino Médio de Estrela


Escola Estadual de Ensino Médio de Estrela

Escola Estadual de Ensino Médio de Estrela - Primeira escola pública de 2º Grau da sede municipal foi criada em 17 de fevereiro de 1982, pelo decreto 30.569, assinado pelo governador Amaral de Souza.

A autorização de funcionamento foi através da Portaria 6.421, de 30 de março de 1982.

Nos dois primeiros anos, funcionava à tarde e à noite. Dada a grande procura de matrículas, em 1984 foram formadas turmas do turno da manhã.

Em 1987, foi implantada a matrícula por disciplina.

A criação da Escola se deve ao empenho das educadoras Arlete Schauenberg, Liane Stapenhorst, Dirce Kleinübbing, respectivamente diretora, vice-diretora e secretária da Escola Estadual Vidal de Negreiros, reivindicaram, junto às autoridades políticas competentes a implantação de uma Escola Pública de 2º Grau - Ensino Médio.

Diretores da Escola: de 1982 a 1983: Dirce Kleinübbing e Liane Stapenhorst, coordenadoras. De 1983 a 1991: Ildo João Salvadori. De 1991 a 1997: Marlise Gerhardt. De 1998 a 1999: Erci Pedro Albarello. De 2000 a 2003: Maria Izabel Knaack. Em 21 de outubro de 2003, foi eleita diretora Belkis Carolina Calsa reeleita em 2006.

Placas Comemorativas:

No saguão de entrada da Escola de Ensino Estrela constam duas placas comemorativas. Uma por ocasião da inauguração em 1941 e outra da Escola Estadual Vidal de Negreiros que funcionou no local até 1982.

Placa de Inauguração: Edifício construído no governo do Interventor Federal Osvaldo Cordeiro de Farias sendo Secretário de Estado de Educação e Saúde Pública Dr. José R. Coelho de Souza e dos negócios de Obras Públicas o Engenheiro Civil Antonio Meireles Leite, Diretora Geral de Instrução Pública Dra Olga Acauan Gayer e Diretoria de Obras o Engenheiro civil o Engenheiro Cyro Muriante da Silveira. Rio Grande do Sul – 1941.

Placa número 2: Neste local funcionou de 1941 a 1982 a Escola Estadual Vidal de Negreiros. Marlise Lautert Diel – Diretora – 1990.

Comentário:

Como sabemos, fundado em 1920 o Colégio Elementar Sete de Setembro funcionou onde hoje se localiza o prédio que abriga a Associação Comercial e Industrial e Rádio Alto Taquari.

Em 7 de junho de 1940 recebeu o nome de Grupo Escolar Vidal de Negreiros. Em 1941 começou a funcionar em prédio padrão otimamente instalado onde hoje funciona a Escola de Ensino Médio Estrela.

Em 1951 a direção da Escola estava sob responsabilidade da professora Maria Lopes Abreu.

O Grupo Vidal de Negreiros se constituía no ano do Jubileu de diamantes de Estrela, num dos baluartes da educação e cultura estrelense ocupando lugar de destaque na sociedade local.

Hoje a Escola Vidal de Negreiros está estabelecida no prédio do antigo Colégio Cristo Rei.
Airton Engster dos Santos

Rotary Club de Estrela completa 60 anos

Rotary Club de Estrela festeja 60 anos

Em reunião festiva na Soges, o Rotary Club de Estrela festejou terça feira (10/03/2009) à noite, seus 60 anos de existência. O Presidente Antônio Albino Köhler destacou que o papel do rotariano, é “dar de si, antes de pensar em si”. Prestigiano o ato, esteve Edison Barbieri, Governador Assistente da Área 5 Distrito 4.700. Segundo o protocolo Luiz Marcelo Gonçalves Maia, o Rotary de Estrela é o mais antigo do Vale do Taquari, e participa de várias campanhas, como a da vacinação contra a pólio, aluno nota dez, homenagem ao Motorista Padrão, campanhas, auxílios e doações. Na década de 80, chegou a doar uma casa para uma família carente. O Rotary Club de Estrela se reúne todas as terças feiras na Soges, e já teve ao longo dos seus 60 anos, 51 presidentes. Para este ano, está programada a décima Parkchoppfest, num festival no Parque Princesa do Vale com uma semana de duração. Ildo Salvatori, o mais antigo rotariano de Estrela – ingressou no clube em 1967 – junto com sua esposa apagou as velinhas do bolo de aniversário. Antônio Köhler apresentou uma mensagem pelo transcurso, no domingo, do Dia Internacional da Mulher, dizendo que elas deviam ser como Maria, mãe de Jesus – bem aventurada.

Aepan-ONG formula pedido para Enio Bacci - Deputado-Federal-RS



Aepan-ONG formulou pedido para Enio Bacci


Sábado dia 07 de março, durante o Encontro Regional do PDT realizado em Estrela, a Aepan-ONG representada por Jorge Scherer, Marco Kafer e Airton Engster dos Santos entregaram uma solicitação ao deputado federal Enio Bacci – para construção de um espaço virtual na internet (provedor) que servirá como instrumento para divulgação de pesquisas e trabalhos da entidade ambientalista.

Segundo Jorge Scherer é uma forma efetiva de disponibilizar para sociedade o resultado do trabalho dos voluntários da Aepan-ONG, tanto na área ambiental com o monitoramento do Rio Taquari, como cultural, na divulgação de textos, imagens e filmes antigos de fatos e acontecimentos de Estrela e comunidade regional do Vale do Taquari.

Enio Bacci prometou empenho para encaminhamento do assunto junto aos órgãos do governo federal em Brasília.

Os ambientalistas receberam ainda um livro sobre a vida e a obra do Professor Darcy Ribeiro, grande pensador do trabalhismo brasileiro, o qual passa a integrar o Memorial da Aepan-ONG.

O encontro entre os integrantes da ONG e Enio Bacci foi intermediado por Paulo Argeu Fernandes, Coordenador Regional do PDT no Vale do Taquari.


Texto e foto: Alex Eurico Santiago


Legenda foto: Jorge Scherer, Paulo Argeu Fernandes, Enio Bacci, Airton Althaus (prefeito de Venâncio Aires), Romildo Bolzam (presidente estadual do PDT e prefeito de Osório) e Airton Engster dos Santos.


Estrela-RS - Eventos em março de 2009


Estrela-RS – Eventos em março – 2009

01/mar Festa Anual Sta. Cecília Glória com missa (10h);

07/mar III Multi Mulher – 40° Batalhão de Polícia Militar (9h);

Campanha Material Escolar no Calçadão de Estrela – Rotary Club;

08/mar 1ª Etapa da Copa VTBC Racing de bicicross – SMEL;

Dia Internacional da Mulher – UBS (Unidades Básicas de Saúde

de Estrela);

Festa Anual Comunidade Santa Rita com missa (10h);

Festa Anual da Comunidade Católica São Miguel L. Geraldo Baixa

missa (10h);

14/mar Fandango do 19° Aniversário CTG Raça Gaudéria (20:30);

21/mar Evento do Projeto Navegar no Parque Náutico – SMEL

Piquenique de integração entre famílias – EMEF Cônego Hugo

Wolkmer (10h);

22/mar Festa Anual ao Padroeiro São José – Com. Linha São José com

missa (10h);

Festa Anual Comunidade São João com missa

27/mar Evento Sorriso Vida Saudável – SMEL;

Miss Estrela – Lupus Land;

28/mar Programa da Visão – Lions Clube de Estrela – Parque Princesa do

Vale (9h);

29/mar Festa Anual Comunidade São Jacó com missa;

Outras Atividades:

Comemoração Dia da Mulher – Grupos Acolher – CRAS;

Curso de Formação Continuada para Professores das EMEIs,

EMEFs e CEMAIs da SMECTUR;

Feira do Peixe (no 2° e último sábado do mês à part ir da 7h) –

Sec. da Agricultura – Praça Henrique Roolaart;

Feira do Produtor Rural (quartas feiras à tarde e sábados de

manhã) – Praça Henrique Roolaart – Sec. Municipal da Agricultura;

Início das escolinhas e projetos sociais da SMEL;

Início do 1º Campeonato Futebol de Campo Municipal Sub–16 –

SMEL;

Início dos Jogos Intercomunitários – SMEL;

Programa Estrela Legal – Secretaria Municipal da Fazenda.

Pesquisa: Aepan-ONG - Airton Engster dos Santos

Calendário de Eventos do município de Estrela-RS


Estrela-RS – Acessibilidade Regional:


Estrela-RS – Acessibilidade Regional:


Estrela-RS, o município mais antigo do Vale do Taquari localiza-se no entroncamento das rodovias Leonel de Moura Brizola (BR 386) e Rota do Sol (RS 423).

Entre os atrativos turísticos e culturais de Estrela-RS podemos destacar:


Parque Princesa do Vale – localizado no coração da cidade, o Parque Princesa do Vale, é um dos maiores complexos de esporte e lazer da região. Possui um lago, pista para caminhadas e ciclovia. Possui ainda canchas para a prática de vôlei e futebol de areia, basquete, futebol sete e parques infantis, O Parque Princesa do Vale é administrado pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, que realizada torneios e competições esportivas no loical.


Centro de Cultura e Turismo “Bertholdo Gaussmann” - Localizada na rua Mal. Floriano, 433, próximo a comunidade evangélica, teve sua abertura em maio de 2002. O prédio foi construído em 1925 pelo Sr. Helmuth Fett.Seu nome homenageia o ex-prefeito do Município Berthodo Gaussmann.


Residência Museu de Werner e Gisela Schinke- Todas as dependências da casa foram decoradas com as antigüidades adquiridas e colecionadas pelos proprietários. Está em exposição peças raras, constituindo um acervo muito rico e diversificado, tudo em perfeito estado de conservação e em funcionamento. Tratando-se de uma residência museu, há necessidade de aviso com antecedência para visitação. O referido museu é particular, localiza-se na rua Júlio de Castilhos, esquina com a rua Dr. Tostes.


Cascata Santa Rita – Distante cerca de 8 quilômetros da cidade a cascata de Santa Rita destaca-se a beleza da queda d’água e o verde em abundância. Como referência histórica registramos que nesta cascata funcionou uma hidroelétrica que abastecia o município.


O Rio Taquari, que banha a cidade, foi a primeira via de acesso do município. Sua beleza pode ser observada através do belvedere localizado na rua Pinheiro Machado ou através das escadarias da rua Chá-Chá Pereira, onde encontram-se as estátuas que representam a pujança da indústria e do comércio.


O município é sede do Entroncamento Rodo-Hidro-Ferroviário interligando a BR-386, o rio Taquari (Porto Fluvial) e o ramal ferroviário que liga com a Ferrovia do Trigo.


Estrela está situada no fértil Vale do Taquari na região fisiográfica conhecida como Encosta Inferior do Nordeste Gaúcho, à margem esquerda do Rio Taquari, a 45 metros acima do nível do mar.


São dois acessos à cidade pela referida BR-386, o primeiro através da denominada Trans Santa Rita até alcançar a Rua Júlio de Castilhos, uma das principais ruas da nossa cidade, onde localiza-se os seguintes prédios: instalações do SESI, logo após o prédio da Vovolândia São Pedro (asilo), o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Professores, a Escola Estadual de 1? Grau Vidal de Negreiros, Estrela Palace Hotel, Parque Princesa do Vale, Museu Residência da Família Schinke, Praça Menna Barreto, Prefeitura Municipal, Igreja Matriz e o belvedere, localizado no fim da referida rua e que dá acesso ao Rio Taquari.


O segundo e principal acesso a cidade é através do trevo, ponto de fundamental importância e de referência para o Vale do Taquari, visto que interliga a BR-386 com a Rota do Sol. Contornando o referido trevo à direita, visualizamos o Pórtico de entrada da cidade e logo a esquerda a Estação Rodoviária. Seguindo pela Av. Rio Branco, toda arborizada, destacamos o prédios do INSS e o da Sociedade Rio Branco. Deste ponto existe uma bifurcação, sendo que os dois acessos vão para o centro da cidade. Pela esquerda passa pela ponte alta sobre o arroio Estrela, e pela direita na continuidade da rua passa pela antiga ponte de pedra totalmente reformada. No centro, terão a oportunidade de conhecer o calçadão (rua Fernando Abott), as Igrejas das Comunidades Católica e Evangélica. Uma característica que chama a atenção dos visitantes é a boa sinalização do trânsito, a arborização e limpeza das ruas da nossa cidade.


Todo o centro da cidade está asfaltado, bem como as vias de ligações com os bairros. Estrela, é sede do entroncamento Rodo-Hidro Ferroviário, da 3ª Delegacia de Educação, da Associação Brasileira de Criadores de Suínos – ABCS, Associação de Criadores de Suínos do Estado do Rio Grande do Sul – ACSURS e AEPAN – Associação Estrelense de Proteção ao Ambiente Natural.


Distância dos municípios é a seguinte:


Lajeado-RS - 05 Km

Cruzeiro do Sul-RS - 13 Km

Santa Clara-RS - 15 Km

Arroio do Meio-RS – 15 Km

Colinas-RS – 17 Km

Bom Retiro do Sul-RS – 19 Km

Teutônia-RS – 20 Km

Fazenda Vilanova-RS – 27 Km

Roca Sales-RS – 31 Km

Travesseiro-RS – 32 km

Imigrante-RS – 35 Km

Capitão-RS – 35 km

Poço das Antas-RS – 35 Km

Encantado-RS – 35 Km

Pouso Novo-RS – 40 Km

Paverama-RS – 42 km

Sério-RS – 45 Km

Muçum-RS – 51 Km

Nova Bréscia-RS – 59 Km

Progresso-RS – 65 Km

Relvado-RS – 65 Km

Porto Alegre - Capital-RS – 113 Km


Fonte: IBGE, PREFEITURA MUNICIPAL, FAMURS

Pesquisa: Airton Engster dos Santos

Estrela-RS - Atividades e eventos - fevereiro de 2009.



Estrela-RS – Eventos em Fevereiro de 2009:

Dia 01 – Festa Anual da Comunidade Figueira e 25 anos de Vida Sacerdotal do Pe. Miguel Mallmann.
Dia 02 – Início das aulas – EMEIS – Escolas Municipais de Ensino Infantil.
Dia 07 e 08 – Congresso Missão Igreja Assembléia de Deus Pentecostal do Brasil.
Dia 08 – Copa de Integração de Bicicross na Pista Municipal.
Dia 12 – Finalização do Projeto Colônia de Férias.
Dia 14 – Jantar Baile de Corais da Comunidade Católica de Novo Paraíso.
Dia 18 e 19 – Seminário Nacional de Educação.
Dia 21 – Baile de Carnaval dos idosos do Projeto Vida Saudável.
Dia 24 – Carnaval Infantil na Sociedade Rio Branco.
Dia 25 – Início das aulas – EMEFS – Escolas Municipais de Ensino Fundamental.

Outras Atividades:

Feira do Produtor – quartas-feiras à tarde e sábados pela manhã na Praça Henrique Roolaart.
Feira do Peixe – Segundo e último sábado do mês na Praça Henrique Roolaart.

Projeto Viva Verão com diferentes modalidades de esportes no Parque Princesa do Vale.

Abertura do Ano Letivo 2009/Seminário Nacional de Educação (Palestra gratuita à comunidade, dia 18, ÁS 19:30 horas) no Ginásio do Colégio Santo Antônio.
Monitoramento das águas do Arroio Estrela, Boa Vista e Rio Taquari. AEPAN - Associação Estrelense de Proteção ao Ambiente Natural.

Curso de Formação continuada para Professores Municipais.

Fonte: Calendário de Eventos 2009 e Aepan-ONG.
Estrela-RS – Brasil.

Carnaval em Estrela-RS




Carnaval em Estrela-RS

O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado a liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

A história do carnaval em Estrela apresenta figuras notáveis como o Rei Lauro – Rei Momo do município. A marchinha “Tributo a um Rei” foi feita em sua homenagem por Carvalho e Fritsch, consta no LP (Disco de vinil) Isto é Estrela da Banda Municipal de 1982. Na letra o refrão que emociona “Rei Lauro hoje samba no carnaval lá do céu”.

Outra figura de notável talento é Sérgio Werle, artista plástico que criou figurinos lindíssimos para escolas de samba de Estrela. Também o casal Cabeção e Neca que estiveram à frente de escolas premiadas em carnavais regionais. Outros carnavalescos de destaque: Staneslau Hart, Luciana Pereira (destaque da Mensageiros da Alegria), Carlos Alberto Diel, casal Salabico e Noemia (mestre sala e porta bandeira) entre outros.

Mas o carnaval de Estrela apresenta ainda os blocos como o Fu - manchú dos anos 50 ou Marujos da Folia da década de 90. Quando da apresentação nos salões, a orquestra parava para gloriosa entrada dos blocos que faziam o maior sucesso junto aos foliões.

As escolas de samba Mensageiros da Alegria (Sociedade Rio Branco), Falácios em Brasa (Soges), Estrela Independente, XV de Novembro, e mais recentemente Explode Coração fizeram grandes apresentações nas passarelas do samba no Vale do Taquari.

Após 22 anos de existência, a Escola Mensageiros da Alegria com 250 componentes, venceu o Carnaval Regional em 1987, sagrando-se Campeã no município de Taquari, com enredo “A Pequena Notável”. Na oportunidade a escola tinha como presidente Carlos Alberto Diel (Carlinhos) e da sociedade Aury Medeiros da Silva.

Em 1988 a Escola de samba Mensageiros da Alegria conquistou o Bi Campeonato em Arroio do Meio. A escola contava então com 450 integrantes tendo como tema “Arco Íris, o Mundo Maravilhoso de Cores”. O presidente da escola era o Senhor Orlando e presidente da Sociedade Rio Branco Carlos Heberle.

A Escola de samba Explode Coração surgiu no carnaval de 2000. Promoveu junto com a Prefeitura Municipal em 2002, o Desfile Regional em Estrela quando conquistou o vice-campeonato.
A Escola de Samba Explode Coração desfilou ainda nos municípios de Encantado, Taquari e Bom Retiro do Sul onde recebeu o troféu de destaque pelo conjunto do desfile.

A história de grandes festas carnavalescas tem prosseguimento em Estrela. A Sociedade Rio Branco promove todos anos as já consagradas noites de carnaval e Baile de Carnaval Infantil com concurso de fantasias.

Pesquisa: Airton Engster dos Santos
Fonte de dados e imagens:
Memorial da Aepan-ONG



História da família Engster no Brasil


Origem da família Engster no Brasil
Por Airton Engster dos Santos

Originários da cidade de Neuthard, na Alemanha, a familia Engster chegou ao Brasil em 08 de fevereiro do ano de 1859, portanto há 150 anos.

A cidade de Neuthard, em maio de 2008 comemorou 725 anos.

Maria Eva Engster, com os filhos Gustav Engster, Raymund Engster, Carolina Engster, acompanhados pelo tio João Batista Engster, estabeleceram-se no estado do Rio Grande do Sul.

Maria Eva Engster, era viúva ou mãe solteira, ela casou com Christian Lassen (Larsen) e faleceu a 19 de Março de 1914, aos 85 anos de idade, na localidade de Picada Paredão. Ali provavelmente deve estar o túmulo dela.

Descendo de Gustav Engster. Seu túmulo encontra-se no cemitério de Arroio do Meio. Ele nasceu em 01 de agosto de 1849 na Alemanha e faleceu em 25 de novembro de 1927 em Arroio do Meio-RS.

Meu bisavô João Engster foi casado com Bertha e pai de meu avô Guilherme Engster casado com minha avó Wilma Konrad Engster. Ambos falecidos. Ele em 1970 e ela em 2002, enterrados em Linha Harmonia, interior de Teutônia.

Minha mãe é Selmita Engster dos Santos, casada com Norberto dos Santos.
Grande parte da minha família mora em Imigrante, Teutônia e Estrela. Todos municípios localizados no Vale do Taquari no Rio Grande do Sul.

Gerson Engster, natural de Crissiumal, que mora atualmente em São Leopoldo e vem trabalhando a história da família Engster no Brasil manteve contato com uma Sra. que é responsável pelo arquivo/museu (Heimatforschung Neuthard) que mantém arquivo de todos os emigrantes, forneceu várias informações sobre a emigração dos Engster da Alemanha.

Se puderem, enviem seus dados para Gerson Engster poder ir completando a nossa "árvore". Nome completo, data e local de nascimento, batizado, religião, nomes dos pais, avós, fotos, etc.. Importante em genealogia é ter provas documentais.
http://www.genealogy.com/users/e/n/g/Gerson-Engster.

Outras imagens e documentos podem ser encaminhados para Airton Engster dos Santos no E-mail:
aepan@bol.com.br. Contatos pelo celular: (51) 91322266. Ver ainda o site: www.aepan.blogspot.com.

Airton Engster dos Santos

História da Rodoviária de Estrela-RS


Estação Rodoviária de Estrela

A primeira Estação Rodoviária de Estrela estava localizada na Rua Fernando Abott, esquina com Marechal Floriano, no prédio onde funcionava o estabelecimento comercial de G. Gaussmann.

Mais tarde foi transferida para Rua Tiradentes, defronte ao Banco Pelotense, sob responsabilidade de Erni Sauer.

Depois assume a gerência o Sr. Oscar Noll e a Rodoviária é novamente transferida para próximo da Soges na Rua Tiradentes.

Quando da construção do Abrigo Municipal inaugurado em maio de 1943 pelo prefeito Cláudio Toledo Mércio, na Praça defronte a Prefeitura e Santuário Santo Antônio, a Estação Rodoviária é instalada no local.

Mas Oscar Noll estava sempre preocupado com o conforto dos passageiros, motivo pelo qual construiu uma nova Rodoviária na Rua Tiradentes ao lado onde hoje funciona a agência do Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Em seguida Oscar Noll passou a gerência da Rodoviária para Eugênio Noll e Inácio Lenhardt.

A atual Rodoviária localizada na Avenida Rio Branco, próximo ao trevo da cidade e BR 386 foi inaugurada em 1975. Teve grande incentivo do então Prefeito Gabriel Aloísio Mallmann. Considerada Rodoviária modelo, uma das mais bem estruturadas do Estado na época, com 13 box, ampla área de embarque e desembarque, banheiros confortáveis, lanchonete, restaurante e diversas lojas.

Na década de 1970 os ônibus já eram bem maiores. A cidade de Estrela teve um crescimento populacional jamais visto em tempo algum em função da construção do Porto, Cesa e das agroindústrias Farol e Granóleo. Uma nova Estação Rodoviária era absolutamente necessária para atender as exigências dos novos tempos. Eugênio Noll teve a capacidade de saber entender o momento e entra para história como grande empreendedor.

Hoje já aposentado e gozando de um merecido descanso, na Estação Rodoviária parece se ouvir a voz inconfundível de Eugênio Noll... “Atenção Senhores Passageiros com destino..., Favor tomar seus lugares e boa viagem”.

Pesquisa: Airton Engster dos Santos
Apoio: Jorge Scherer
Fonte: Clipagem Aepan-ONG
Imagens: Abrigo Municipal; Estação Rodoviária na Rua Tiradentes; Construção da Rodoviária na Av. Rio Branco e Conclusão em 1975.


Lothar Hessel - O Município de Estrela – História e Crônica






Lothar Hessel
O Município de Estrela – História e Crônica

Desde que li a obra de Lothar Hessel “O Município de Estrela – História e Crônica”, editado em 1983, fiquei maravilhado com a riqueza de detalhes e informações, incluindo dados e curiosidades que o livro apresenta em suas páginas repletas de emoções em cada passagem.

Guardo com muito carinho o livro que recebi de presente do ex-prefeito Gabriel Aloísio Mallmann que serve como fonte de pesquisas constantes para mim e meus familiares.

Em 16 de maio de 2005 tive a honra de conhecer pessoalmente o historiador Lothar Hessel. Juntamente com outros dois amigos fomos a Porto Alegre para buscar o Professor que recebeu naquele dia a Título de Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Vereadores.

Foi um momento de grande emoção, viajar mais de 100 Km ao lado do historiador que desde 30 de outubro de 1964, era membro da Academia Rio-Grandense de Letras, a qual presidiu de 1972 a 1974.

Imediatamente estabeleci um diálogo com Lothar Hessel que nos contou sobre as dificuldades para montagem do seu livro que foi encomendado e incentivado no mandato do ex-prefeito Hélio Musskopf, mas que foi editado no início do segundo mandato de Gabriel Aloísio Mallmann em 1983. Inclusive nos falou sobre as dificuldades econômicas para editar o Livro. Recorreu a alguns amigos e instituições para conseguir concluir o projeto.

O professor Lothar que era Diplomado em Letras Neolatinas pela Faculdade de Filosofia da Ufrgs, em 1951, no ano seguinte. Fez curso de especialização nas Universidades de Santiago do Chile, em 1953, e de Madrid, em 1958-1959, parecia muito lúcido apesar dos seus 90 anos de idade, apenas com alguma dificuldade para se locomover. Perguntado sobre sua condição excepcional, nos disse não haver segredo: “alimentação saudável e sono, é muito importante dormir a noite” afirmou.

Falou com saudades do tempo em que trabalhou na Livraria do Globo, atuando na seção de Dicionários e Enciclopédias (1944-1947). Em 1975 colaborou com centenas de verbetes para o Novo Dicionário Aurélio (Aurelião), de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (Rio, Ed. Nova Fronteira).

Outros livros publicados por Lothar Hessel: O teatro jesuítico no Brasil (1972); O teatro no Brasil da Colônia à Regência (1974); O teatro no Brasil sob Dom Pedro II (1979); O Partenon Literário e Sua Obra (1976); Teatro no Rio Grande do Sul (1998); O Município de Estrela - História e Crônica, em 1983 e reeditado em 2004; O Teatro no Brasil sob Dom Pedro II (1986); CIPEL. 20 Anos de Pesquisas (1987); Momentos Culturais Sul-Rio-Grandenses (1990), Europeus vistos de perto - 1966, em 1994, e O Município de Imigrante - Registros e Memórias, em 1998.

O professor Hessel também era membro do Instituto Histórico de São Leopoldo, desde 1976, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, desde 1984, e do Instituto Histórico e Geográfico do Vale do Taquari, desde 1999.

No final da viagem, já em Estrela o ex-professor da Ufrgs e da Unisinos autografou o livro que há muito tempo eu guardava com desvelo. Escreveu a seguinte dedicatória: Para: Airton Engster dos Santos, com amizade nova de Lothar Hessel... Estrela, 16 de maio de 2005.

Infelizmente o ilustre filho de Estrela Lothar Francisco Hessel, nascido em 31 de março de 1915, e que percorreu diversos países da América do Sul e da Europa realizando conferências e colaborando com periódicos editoriais faleceu no dia 24 de agosto de 2007.

Airton Engster dos Santos
Fonte de dados: Lothar Hessel e Clipagem Aepan-ONG

Momentos posse Celso Brönstrup em Estrela-RS





Discurso Celso Brönstrup - Posse 2009 - Prefeitura de Estrela-RS

"(Cumprimentar as autoridades presentes e que devem ser citadas no início do discurso - cumprimentar a platéia, cumprimentar a população estrelense e agradecer ao PARTIDO E UM AGRADECIMENTO ESPECIAL A TODOS OS ELEITORES QUE RENOVARAM A SUA CONFIANÇA NA MINHA GESTÃO ATRAVÉS DO SEU VOTO, MOTIVO PELO QUAL ESTOU AQUI PARA CUMPRIR MEU NOVO MANDATO)
Há quatro anos passados (sic), quando em solenidade semelhante fui investido do cargo público como Prefeito do Município de Estrela, os meus sentimentos eram muito diferentes dos que hoje me dominam.

Na época, junto com a experiência da novidade (hoje posso confessar) convivia um forte sentimento de incerteza em relação ao que me esperava na Prefeitura de Estrela, diante do desconhecimento das condições reais em que a Prefeitura então se encontrava e diante do desconhecimento da qualidade dos serviços públicos prestados pela Prefeitura.

Hoje, tudo isto já não é mais uma incógnita para mim. Hoje, já tenho uma boa noção de como esta máquina administrativa funciona, entendendo com mais propriedade os seus pontos fortes e frágeis.

Por isso mesmo, estou mais animado com a perspectiva de poder contribuir bem mais hoje do que na gestão passada.

Também já está bem claro para mim que propor mudanças neste contexto público gera fortes impactos, pois de forma inevitável, mexe com o conforto de alguns poucos em detrimento das melhorias que se busca implantar.

O que nem sempre é traduzido por meras discordâncias, o que seria natural, mas há manifestações de toda ordem numa demonstração nítida de antipatia pelo gestor e não pelas suas decisões, numa clara confusão da pessoa pública com a pessoa privada.Mas apesar disso, continuo convicto de que não estou aqui ao acaso. Se muitos renovaram a sua confiança em mim através do voto é porque entenderam a seriedade do meu propósito como homem público e do meu compromisso com Estrela.
É bom deixar claro, mais do que isto, faço questão de frisar para a comunidade estrelense de que estou aqui para contribuir com o bem estar do Município de Estrela: para o bem da coletividade!

Não estou aqui em busca de um cargo ou um salário, pois é público que sei trabalhar e manter uma qualidade de vida digna para mim e a minha família fora daqui.

As minhas conquistas particulares não são provenientes do nada e nem nasci em berço privilegiado em termos patrimoniais, como alguns anunciaram...

O privilégio fica por conta da educação e do apoio que obtive dos meus pais quando me preparavam para enfrentar o mundo e a vida.

O resto foi conquistado com muito trabalho e dedicação.Portanto, reafirmo o que disse há quatro anos atrás (sic): 'Como Chefe do Poder Executivo Municipal, estarei atuando em defesa dos interesses do município de Estrela junto ao Legislativo Municipal, junto aos programas do Estado e da União, sempre determinado a defender e trazer benefícios à população da nossa região.'

Mas enfatizo: não atendendo a interesses de pequenos grupos que querem manter privilégios e vantagens em detrimento do interesse coletivo.

Como já afirmei há quatro anos: Foi com este impulso que aqui cheguei e assim quero continuar, acreditando que um bom governo deve servir ao cidadão e à comunidade, ou seja, no exercício pleno da cidadania, com todos os direitos e deveres que fazem parte deste contexto.

O momento de hoje não tem o mesmo sentido de vitória como da primeira vez. Estou aqui porque matematicamente obtive mais votos do que os meus concorrentes: uma diferença mínima, quase insignificante, não fosse este o critério adotado no resultado eleitoral.
Ao mesmo tempo, de uma forma particular visualizo neste resultado a confirmação de que ao menos parcialmente as medidas por mim adotadas até aqui, tem obtido aceitação
O fator inovador, com novas promessas e até novas propostas, sempre fortes argumentos numa eleição, não cabiam na minha última campanha, já que tive quatro anos para implementar os compromissos assumidos na minha primeira vez.O meu discurso no período de campanha exigia de mim a coerência com aquilo que eu já vinha realizando e, que por certo, pretendo continuar.

Foi com este propósito que eu entrei na 'briga' novamente: Por acreditar nos projetos que estão sendo realizados aqui em Estrela. E não foi fácil tomar a decisão para continuar, pois a participação neste pleito não se resumia em dar andamento às propostas e projetos, mas mais do que isto, tratava-se de continuar tolerando ataques covardes e sem o mínimo de fundamentação veiculados pela internet, devidamente protegidos pelo anonimato como convêm aos covardes.

Ao menos, as várias contestações e, por vezes, difamações veiculadas na mídia local, agora fazendo referência às rádios e jornais, permitiam situar-me em relação às críticas.

Infelizmente, foram poucas às vezes em que me foi dado o direito de expor ou esclarecer determinado tema ou situação, provocando uma distorção de fatos e situações com reflexos negativos na compreensão do andamento dos trabalhos.

Quando isto acontece, a audiência e/ou leitor ficam submetidos à versão dada pelos meios de comunicação, induzindo as pessoas a enxergarem uma realidade - diferente e muitas vezes oposta à realidade real - ou seja, daquilo que realmente acontece. E isto é lamentável, pois assim como não é bom que políticos sejam donos dos meios de comunicação para evitar a parcialidade das notícias, também não é justo que a mídia faça uso da sua força para divulgar informações mal fundamentadas e muitas vezes direcionadas, fazendo passar uma opinião pela informação.

Não é aceitável que o juízo de realidade seja substituído pelo juízo de valor emitido pelo meio de comunicação, como afirmou o reconhecido jornalista e sociólogo Perseu Abramo (1929) nas seguintes palavras: Recriando a realidade à sua maneira e de acordo com os seus interesses político-partidários, os órgãos de comunicação aprisionam os seus leitores nesse círculo de ferro da realidade irreal, e sobre ele exercem todo o seu poder.

Nunca tive dúvidas sobre a importância da comunicação no contexto democrático.Mas é preciso esclarecre que assim como não precisa prevalecer a versão oficial dos fatos, a mídia também não pode abrir mão da notícia, da reportagem, das entrevistas, da cobertura dos fatos para dar lugar ao editorial, ao artigo, ou seja, na forma da interpretação dos fatos pela mídia, muitas vezes induzindo o leitor e a audiência a uma determinada opinião.

Respeitar a audiência e o leitor, acima de tudo, significa fornecer informações suficientes para que eles, o leitor e/ou ouvinte, possam elaborar as suas próprias conclusões de maneira autônoma e independete para chegar a uma opinião que seja sua. O resto é manipulação!

Como me comprometi na primeira gestão, faço-o agora: quero manter a transparência mas para tanto preciso contar com o profissionalismo dos comunicadores para, ao menos, buscarem e divulgarem a versão oficial dos fatos, o que significa como já disse antes, fazer coexistir com muita clareza a informação e a opinião dos que tem acesso à mídia.

Como autoridade local espero poder contar com este importante espaço, não para projeção pessoal, mas para ter a possibilidade de informar a comunidade estrelense sobre as ações administrativas que dizem respeito ao município e, como cidadão, fazer parte do debate público.

Não tenho dúvida de que os membros da minha equipe terão esta mesma expectativa. Esta é outra tarefa complexa, pois nomear pessoas idôneas e comprometidas requer muita atenção: não se trata de escolher pessoas que pensem da mesma forma, ou que sejam deste ou daquele partido, mas acima de tudo, significa a composição de uma equipe com capacidade de trabalho conjunta, caminhando numa mesma direção, permantemente preocupada em buscar soluções para os problemas e demandas do nosso município.

Assim sendo, o convívio e o relacionamento desta equipe, acima de tudo, deverá ser permeada por uma conduta ética e de muita parceria, pois a experiência dos últimos anos deixou evidente para mim que o sentimento de pertencimento é fundamental para manter uma unidade na gestão, por mínima que seja.

Apesar dos contratempos que a vida pública traz, sinto-me com coragem para enfrentar os próximos anos, agora até mais preparado e confiante, após a experi